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Compreendendo composição e função da HDL através de proteômica

Processo: 16/00696-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de agosto de 2017 - 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Graziella Eliza Ronsein
Beneficiário:Graziella Eliza Ronsein
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):17/17270-1 - Estudo do efeito da HDL em neutrófilos ativados, BP.DD
17/17768-0 - Desenvolvimento de uma metodologia analítica para avaliar o papel modulador da HDL em macrófagos ativados, BP.IC
Assunto(s):Proteômica  Lipoproteínas  Dislipidemias  Doenças cardiovasculares  HDL-Colesterol 

Resumo

A relação inversa entre os níveis de colesterol em lipoproteína de alta densidade (do inglês, High Density Lipoprotein Cholesterol, HDL-C) e o risco de doenças cardiovasculares foi estabelecida há um longo tempo. Entretanto, triagens clínicas que elevam o conteúdo plasmático de HDL-C não apresentaram nenhum benefício clínico. A métrica de HDL usada atualmente pelos laboratórios clínicos - a quantidade de colesterol contido nesta lipoproteína - é limitada, uma vez que não traz informações essenciais sobre composição (exceto o conteúdo de colesterol) e função da HDL. Evidências obtidas com modelos celulares e animais e em humanos apoiam a proposta que a HDL pode ser convertida à uma forma disfuncional com comprometimento significativo de seu papel protetor. No entanto, as causas e mecanismos desta transformação permanecem mal compreendidos. O objetivo desta proposta é identificar os mecanismos que promovem a formação de HDL disfuncional e as consequências celulares desta transformação. Para alcançar este objetivo serão utilizadas múltiplas abordagens, iniciando-se com modelos celulares desenvolvidos para avaliar as múltiplas funções da HDL. Resultados preliminares demostraram que as lipoproteínas perdem suas funções em um ambiente dislipidêmico. Desta forma, empregando-se um modelo animal de hiperlipidemia e resistência à insulina, iremos procurar por proteínas com expressão e abundância alteradas nas lipoproteínas destes animais e correlacionar estes dados de proteômica quantitativa com estudos funcionais. Ainda, estes estudos serão estendidos para pacientes com Diabetes tipo 2 que possuem dislipoproteinemia diabética, uma patologia caracterizada por baixos níveis de HDL-C e altos níveis de triglicerídeos. Através de proteômica de identificação e quantitativa, iremos procurar por biomarcadores de disfuncionalidade nas lipoproteínas destes pacientes, e correlacionar estes achados com estudos funcionais. Nossos estudos podem promover um avanço significativo no entendimento das vias que tornam as lipoproteínas disfuncionais em dislipidemias. (AU)

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