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Estudo genético e epidemiológico da relação de osteoartrite do quadril e joelho

Processo: 16/21039-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de agosto de 2017 - 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia
Pesquisador responsável:Martha Cecilia Castano Betancourt
Beneficiário:
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ). Prefeitura Municipal de Jundiaí. Jundiaí, SP, Brasil
Pesq. associados:Monica Vannucci Nunes Lipay
Assunto(s):Quadril  Genes  Osteoartrite  Doença crônica  Joelho 

Resumo

A Osteoartrite (OA) é a doença articular crônica mais frequente em todo o mundo e é a doença reumática mais prevalente no Brasil. Até o momento, a substituição da articulação é o único tratamento disponível. Nos últimos anos, traços metabólicos, diabetes, IMC, e colesterol, entre outros, e genéticos têm emergido como importantes fatores de risco para a OA. Apesar do progresso no estudo da genética da doença: 16 polimorfismos identificados e associados a essa patologia, sendo 6 deles resultado do meu trabalho no PhD, ainda é pequeno, pois representa apenas 10% do componente genético da OA. O presente estudo tem como objetivo identificar causas genéticas e metabólicas de OA em uma população brasileira. Método: Para essa finalidade, foram coletados dados de 700 pacientes com mais de 35 anos de idade que são acompanhados no Serviço de Ortopedia do Hospital São Vicente de Jundiaí com o diagnóstico de OA do quadril e/ou joelho. Dados do prontuário eletrônico dos pacientes incluem história de diabetes, colesterol e outras comorbidades e medicamentos entre outros. Avaliação da dor, deficiência locomotora, IMC, entre outros dados foram recolhidos na entrevista. Amostras de sangue de pacientes com história familiar de OA (incluindo pelo menos dois irmãos afetados com manifestação clínica de OA do quadril e/ou joelho) forem coletados. Outros parentes de primeiro grau (irmãos e pais afetados ou não por OA), serão convidados a participar do estudo. O DNA será extraído e enviado para sequenciamento de nova geração do exoma. Mutações (variantes comuns, raras e de baixa frequência). A análise de ligação será desenvolvida no âmbito de um modelo paramétrico usando Merlin. Os dados epidemiológicos e de associação genética serão verificados com modelo linear generalizado, análise de heredograma, regresão multipla e logística para variáveis contínuas e dicotômicas. Esforços de replicação serão conduzidas no "CPMC Research Institute", University of California (UCSF) e no Laboratório de Genética (Erasmus Universiteit-Holanda). (AU)