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Estudo dos papéis não-canônicos de proteínas G como novos mecanismos de sinalização celular com impacto na descoberta e desenvolvimento de fármacos

Processo: 16/24120-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de dezembro de 2017 - 30 de novembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Lucas Tabajara Parreiras e Silva
Beneficiário:Lucas Tabajara Parreiras e Silva
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/00865-5 - Estudo dos papéis não-canônicos de proteínas G como novos mecanismos de sinalização celular com impacto na descoberta e desenvolvimento de fármacos, BP.JP
Assunto(s):Desenvolvimento de fármacos  Transdução de sinais  Proteínas G  Receptores acoplados a proteínas-G 

Resumo

Receptores acoplados à proteína G (GPCRs) são as principais proteínas de membrana envolvidas no processo de transdução de sinal. GPCRs possuem uma estrutura típica de sete alfa-hélices transmembranares e podem ser ativados por uma enorme gama de moléculas com relevância fisiológica como monoaminas, peptídeos, neurotransmissores, hormônios, entre outras, regulando virtualmente todos os processos vitais ao organismo. Devido à sua distribuição ubíqua e a seus papéis pleiotrópicos, os GPCRs são alvos para cerca de 40% de todas as drogas disponíveis no mercado e ainda são os principais alvos para descoberta e desenvolvimento de fármacos. Como o nome GPCR sugere, o mecanismo de ação destes receptores envolve a ativação de proteínas G, as quais por sua vez possuem uma estrutura heterotrimérica compostas por subunidades ±, ² e ³, sendo as responsáveis pela regulação e ativação de diferentes efetores. Como os GPCRs se localizarem na membrana plasmática, a ativação de proteínas G é principalmente estudada e melhor entendida neste local, porém, descrições recentes na literatura sugerem ações em diferentes compartimentos intracelulares e mecanismos de ativação muito além das conhecidas para estas proteínas. Estes novos papéis das proteínas G, chamados de "papéis não-canônicos", incluindo os mecanismos moleculares e possíveis consequências patofisiológicas da regulação da localização e função destas proteínas em diferentes compartimentos intracelulares ainda não foram esclarecidas. Temos convicção que o desenvolvimento deste projeto trará não somente resultados importantes, mas também proporcionará o desenvolvimento de novas ferramentas e metodologias de ponta que permitirão o entendimento da regulação espaço-temporal de GPCRs, proteínas G, e outros efetores de sinalização; todos estes com grande potencial também para aplicação em pesquisa e desenvolvimento de novos fármacos. (AU)

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