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Tendência secular, evolução espacial e condições maternas e neonatais associadas à mortalidade neonatal precoce e tardia decorrente de distúrbios respiratórios, infecções, anomalias congênitas e asfixia perinatal no estado de São Paulo entre 2002-2015

Processo: 17/03748-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de dezembro de 2017 - 30 de novembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Convênio/Acordo: Fundação Seade
Pesquisador responsável:Ruth Guinsburg
Beneficiário:Ruth Guinsburg
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisadores principais:Carlos Roberto Veiga Kiffer ; Maria Fernanda Branco de Almeida
Pesq. associados: Daniela Testoni ; Kelsy Catherina Nema Areco ; Mandira Daripa Kawakami ; Milton Harumi Miyoshi ; Paulo Bandiera Paiva ; Rita de Cássia Xavier Balda
Assunto(s):Neonatologia  Estudos de séries temporais  Fatores de risco  Análise espacial  Estudos de coortes  Mortalidade neonatal  Recém-nascido 

Resumo

Introdução: Entender a evolução da mortalidade neonatal por meio da análise dos principais grupos de doenças que causam tais mortes, sua distribuição temporal e geográfica e os fatores demográficos a elas associados pode contribuir para o desenho de intervenções que facilitem atingir as Metas de Desenvolvimento Sustentável, estabelecidas em 2015 pela ONU. Objetivo: Analisar padrões não aleatórios de tendência secular, evolução espacial e condições maternas e neonatais associadas à mortalidade neonatal decorrente de prematuridade, distúrbios respiratórios, asfixia perinatal, infecções e anomalias congênitas no Estado de São Paulo entre 2002 e 2015. Método: Estudo de coorte populacional dos nascidos vivos entre 2002-2015 no Estado de São Paulo classificados em dois grupos: os que evoluíram a óbito entre 0-27 dias e os que estavam vivos até o 27º dia de vida (estimativa: 8.400.000 nascimentos e 75.000 óbitos neonatais). Para os óbitos, os dados serão provenientes da vinculação pelas bases da Fundação SEADE de nascimento e óbito e serão analisados por: 1) Tendência secular dos óbitos neonatais por modelagem matemática exponencial ou polinomial; 2) Análise espacial para verificar a existência de padrões não aleatórios em unidades espaciais geográficas do Estado de São Paulo no decorrer do tempo; 3) Avaliação dos fatores de risco associados ao óbito neonatal, avaliados por regressão logística condicional após pareamento de cada óbito a um recém-nascido vivo similar. Tais abordagens serão feitas de acordo com a causa do óbito (prematuridade, desconforto respiratório, asfixia perinatal, infecções e anomalias congênitas) e idade do óbito (1ª hora, 1as 24 horas, 0-6 dias e 7-27 dias após o nascimento). (AU)

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