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Resumo

A Floresta Amazônica é considerada um grande hotspot de biodiversidade, desempenhando papel fundamental na biosfera terrestre. Apesar da região amazônica manter os maiores corpos d'água do mundo, contribuir com o controle da temperatura, precipitação e balanço de fluxo de gases atmosféricos, a mesma está sob contínua ameaça devido exploração comercial de madeira e atividade agropecuária. Neste cenário, ainda pouco se sabe sobre os efeitos da interferência antropogênica na microbiota do solo e nos processos desenvolvidos por micro-organismos nesse ambiente. Assim, este projeto de pesquisa tem como objetivo avaliar a hipótese de que a mudança de uso da terra e a umidade do solo alteram a conteúdo de carbono (C) e nitrogênio (N) presente no solo e, consequentemente, afetam o potencial funcional das comunidades microbianas metanogênicas e desnitrificantes e o fluxo de metano e óxido nitroso a partir do solo. Para tanto, o efeito da mudança de uso da terra e da umidade do solo sobre as comunidades microbianas metanogênicas e desnitrificantes será avaliado utilizando amostras de solo coletadas em campo e obtidas a partir de um experimento de microcosmo em laboratório com solo incubado sob diferentes teores de umidade. Analiticamente, PCR quantitativo em tempo real será utilizado para quantificar o número de cópias dos genes 16S rRNA de bactérias e arquéias e de genes funcionais microbianos (mcrA para arqueias metanogênicas e nirK, cnorB e nosZ para bactérias desnitrificantes) envolvidos na produção de metano e óxido nitroso, e cromatografia gasosa será empregada na determinação do fluxo desses gases em solos de áreas de floresta primária não perturbada, floresta secundária, pastagem e agricultura na região da Amazônia Oriental. Métodos computacionais e estatísticos serão utilizados para análise e integração do conjunto de dados. Os resultados esperados com o desenvolvimento deste projeto de pesquisa serão disseminados em eventos científicos e na forma de artigo científico a ser apresentado para publicação em periódico científico com corpo editorial. (AU)

Resumo

O projeto consiste em viagens a campo e coletas da flora da biota Amazônica. Após estas coletas o material será levado para laboratório o qual será preparado para as análises genéticas. Irão ser feitas extrações de DNA, todas as amostras serão amplificadas. Após a amplificação e purificação das regiões de interesse, o produto purificado deverá ser preparado para envio para o sequenciamento. (AU)

Resumo

Em cada um dos três anos que ocorrer campanhas de campo selecionarei dois bolsistas de TT3 que auxiliarão nas expedições de campo, atividades de laboratório, inclusão de dados no SinBIOTA e inclusão dos exemplares coletados na coleção Científica DZSJRP. Um dos bolsistas atuará junto à equipe da UNESP-S. J. do Rio Preto, sob a supervisão da Profa. Dra. Denise de C. Rossa Feres, membro da equipe de pesquisadores do projeto. Enquanto o outro bolsista atuará junto à equipe da UFSCar-campus Sorocaba, sob minha supervisão. Considerando a abrangência das regiões que serão amostradas (Figura 1) e o número de dias (63 por ano) para as pesquisas de campo em cada região, julgo pertinente a necessidade de apoio técnico para ambas as equipes. (AU)

Resumo

O projeto tem como objetivo a divulgação das ações do Projeto ECOFOR no em sua região de atuação no estado de São Paulo. A divulgação ocorrerá nos jornais das cidades onde as pesquisas de campo ocorrem, por um site a ser criado e alimentado pelo bolsista, pelo Facebook, que também será alimentado com textos do jornalista, e através de folders elaborados em parceria com os pesquisadores e distribuídos nas propriedades visitadas pelos mesmos. Com isso, espera-se que o conhecimento sobre o ECOFOR nas comunidades envolvidas aumente, despertando o interesse pela área de estudo e a consciência sobre os temas abordados (AU)

Resumo

O presente trabalho pretende realizar a auditoria e padronização das informações que vem sendo coletadas durante inventários florestais em parcelas permanentes implantadas pelo Projeto "Biota/FAPESP - Gradiente Funcional" (2003/12595-7) em 2004, e monitoradas pelo projeto ECOFOR - NERC/FAPESP (2012/51872-5), permitindo, assim a inserção dessas informações na base internacional de dados ForestPlots.Net. Serão utilizados dados que estão sendo coletados pelo projeto ECOFOR (2012/51872-6) em estudo conduzido no estado de São Paulo, em seis parcelas localizadas nos núcleos Santa Virgínia e Cunha do Parque Estadual da Serra do Mar (PESM). Todos os dados levantados no campo serão checados e as informações já digitalizadas serão padronizadas, sendo as informações nelas contidas, convertidas em códigos reconhecidos pela base ForestPlot.Net. Visando ainda um entendimento completo do processo, atividades de inventário florestal realizadas dentro do projeto serão acompanhadas, permitindo assim uma vivência de todas as etapas da produção e tratamento dos dados de monitoramento de carbono em florestas tropicais. (AU)

Resumo

O Brasil é um dos países megadiversos e onde ocorrem duas das maiores florestas tropicais do planeta: Mata Atlântica e Floresta Amazônica. A Mata Atlântica é uma das florestas tropicais mais ameaçadas ocorrendo hoje em menos de 16% da sua distribuição original. Em contraste, a Floresta Amazônica representa cerca de 30% da área de floresta tropical do planeta. Entretanto, o Brasil apresenta as maiores taxas absolutas de desmatamento provocado pela conversão em larga escala de florestas em pastagens, agricultura e monoculturas de arvores exóticas. A floresta tropical brasileira é relativamente bem estudada no que se refere a composição de espécies e diversidade. Apesar disso, a produtividade primária, especialmente em florestas alteradas pelo homem, é muito menos compreendida e estudos ecofisiológicos que incluem características fotossintéticas são raros. O treinamento técnico solicitado é orientado para suportar os estudos ecofisiológicos baseados na avaliação de características de trocas gasosas foliares em espécies arbóreas selecionadas em florestas maduras e secundarias a longo de um gradiente de perturbação no nordeste do estado de São Paulo incluindo a Serra do Mar, Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira no âmbito do projeto ECOFOR (Biota-Fapesp/NERC). (AU)

Resumo

Esta proposta tem por objetivo o treinamento técnico em métodos de elaboração e organização de base de dados biogeográficos e de biodiversidade marinha para posterior inclusão no OBIS. O técnico compilará dados de distribuição geográfica e variáveis ambientais de ocorrência de espécimes utilizados para experimentação e estudo de venenos, assim como informações da literatura. As identificações serão validadas com base em literatura recente, e os nomes científicos serão comparados com listas taxonômicas online. A base de dados será organizada de acordo com as diretrizes para inclusão no OBIS, seguindo seus padrões de qualidade e em consonância ao sugerido pela última avaliação do Programa Biota FAPESP. Ao final do projeto estima-se um acréscimo de ~100 mil registros biogeográficos e de biodiversidade do Atlântico sul-ocidental no OBIS. O apoio do técnico nível 3 é essencial para as atividades do projeto temático a que essa proposta está vinculada, permitindo a compilação constante de dados e sua disponibilização em plataformas como o OBIS. (AU)

Resumo

Em cada um dos três anos que ocorrer campanhas de campo selecionarei dois bolsistas de TT3 que auxiliarão nas expedições de campo, atividades de laboratório, inclusão de dados no SinBIOTA e inclusão dos exemplares coletados na coleção Científica DZSJRP. Um dos bolsistas atuará junto à equipe da UNESP-S. J. do Rio Preto, sob a supervisão da Profa. Dra. Denise de C. Rossa Feres, membro da equipe de pesquisadores do projeto. Enquanto o outro bolsista atuará junto à equipe da UFSCar-campus Sorocaba, sob minha supervisão. Considerando a abrangência das regiões que serão amostradas (Figura 1) e o número de dias (63 por ano) para as pesquisas de campo em cada região, julgo pertinente a necessidade de apoio técnico para ambas as equipes. (AU)

Resumo

A Floresta Atlântica (FA) é um dos hotspot globais de conservação devido ao grande número de espécies endêmicas sob alto grau de ameaça. Vários modelos têm sido propostos para explicar as causas da alta biodiversidade neste bioma. Por exemplo, a teoria de refúgios propõe que áreas são mais ricas em espécie atualmente porque foram climaticamente estáveis durante o Plio-Pleistoceno. Por outro lado, barreiras de dispersão e especiação alopátrica parecem ser importantes para determinar a diversidade genética de algumas espécies. No entanto, ainda não existe consenso sobre a importância relativa destes modelos ou como eles variam ao longo do espaço e entre organismos com diferentes habilidades de dispersão e tolerância térmica. Logo, iniciativas que integram abordagens de áreas como ecologia, macroevolução e evolução fenotípica podem contribuir para formar um cenário amplo sobre os processos chave na formação da biota da FA. Neste projeto pretendo explorar como a diversidade funcional de mamíferos não voadores, anfíbios e aves varia espacialmente e quais suas causas subjacentes. Para tanto vou utilizar dados já disponíveis na literatura e compilar um banco de dados inédito para anfíbios da região. Além disso, vou utilizar métodos filogenéticos comparativos para investigar a evolução destes atributos ao longo das filogenias de espécies de cada grupo. Por fim, vou investigar como o nicho climático influenciou a taxa de evolução destes atributos. Diferentemente de estudos envolvendo somente riqueza de espécies, este conjunto de análises permitirá inferir mecanismos ecológicos e evolutivos envolvidos na distribuição de facetas complementares da biodiversidade. (AU)

Resumo

Em cada um dos três anos que ocorrer campanhas de campo selecionarei dois bolsistas de TT3 que auxiliarão nas expedições de campo, atividades de laboratório, inclusão de dados no SinBIOTA e inclusão dos exemplares coletados na coleção Científica DZSJRP. Um dos bolsistas atuará junto à equipe da UNESP-S. J. do Rio Preto, sob a supervisão da Profa. Dra. Denise de C. Rossa Feres, membro da equipe de pesquisadores do projeto. Enquanto o outro bolsista atuará junto à equipe da UFSCar-campus Sorocaba, sob minha supervisão. Considerando a abrangência das regiões que serão amostradas (Figura 1) e o número de dias (63 por ano) para as pesquisas de campo em cada região, julgo pertinente a necessidade de apoio técnico para ambas as equipes. (AU)

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