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Gilberto Camara Neto

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Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Brasil). Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)  (Instituição-sede da última proposta de pesquisa)
País de origem: Brasil

Gilberto Câmara lidera a equipe de P&D em Geoinformática do INPE, onde trabalha desde 1980. Aposentou-se em 2016, mas continua a trabalhar no INPE como Pesquisador Colaborador, orientando teses e liderando projetos de pesquisa. Já produziu mais de 200 artigos científicos, que foram citados mais de 9200 vezes segundo Google Scholar, com indice-h de 42 (agosto/2017). Orientou 31 mestrados e 23 doutorados. É reconhecido na comunidade científica nacional e internacional pelo seu trabalho em favor de políticas de dados científicos livres. Liderou o trabalho da equipe do INPE em tornar acessíveis os dados sobre imagens de satélite no Brasil e sobre o desmatamento na Amazonia. Gilberto é "Senior Member" da Association for Computing Machinery (ACM) e Dr. Honoris Causa pela Universidade de Muenster (Alemanha) e é Cavaleiro da Ordem Nacional do Mérito da França. Recebeu o "Global Citizen Award" da Global Spatial Data Infrastructure Association em 2012 e o "Pecora Award" da NASA e USGS. É membro da Ordem Nacional do Mérito Científico. Gilberto foi diretor do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) no período de dezembro/2005 a maio/2012. Foi chefe da Divisão de Processamento de Imagens (1991-1996), coordenador-geral da área de Observação da Terra (OBT) de outubro/2001 a novembro/2005. Durante seu mandato como diretor, o orçamento do INPE cresceu de R$ 90 milhões em 2004 para R$ 250 milhões em 2010. O INPE definiu um plano estratégico de longo prazo, ampliou a cooperação em tecnologia espacial com a China e EUA, e firmou muitos contratos com indústrias brasileiras. O INPE criou o Centro de Ciência do Sistema Terrestre e do Centro de Pesquisas Espaciais na Amazônia. Temos um novo supercomputador para previsão do tempo e clima e estabelecemos um novo programa de Clima Espacial. Sob sua liderança, o INPE estabeleceu uma política de acesso livre e aberto para seus dados e produtos. Mais de 1,5 milhões de imagens de satélite foram distribuídas pelo INPE entre 2005 e 2011. O INPE também obteve grandes avanços no monitoramento de florestas por satélites, o que levou a uma grande queda no desmatamento na Amazônia. Este esforço foi apoiado pela total transparência da informação, o que mudou a forma como o Brasil e o Mundo olham a Amazônia. (16/08/2017) (Fonte: Currículo Lattes)

Auxílios à pesquisa
Bolsas no país
Bolsas no exterior
Apoio FAPESP em números* *Quantidades atualizadas em 14/07/2018
Colaboradores mais frequentes em auxílios e bolsas FAPESP
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Palavras-chave utilizadas pelo pesquisador
Publicações resultantes de Auxílios e Bolsas sob responsabilidade do(a) pesquisador(a) (1)

(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)

WAGNER, FABIEN HUBERT; HERAULT, BRUNO; ROSSI, VIVIEN; HILKER, THOMAS; MAEDA, EDUARDO EIJI; SANCHEZ, ALBER; LYAPUSTIN, ALEXEI I.; GALVAO, LENIO SOARES; WANG, YUJIE; ARAGAO, LUIZ E. O. C.. Climate drivers of the Amazon forest greening. PLoS One, v. 12, n. 7, . Citações Web of Science: 3. (16/03397-7, 15/50484-0, 13/14520-6, 16/17652-9)

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