| Grant number: | 10/15416-0 |
| Support Opportunities: | Scholarships in Brazil - Doctorate |
| Start date: | January 01, 2011 |
| End date: | December 31, 2014 |
| Field of knowledge: | Agronomical Sciences - Agronomy - Crop Science |
| Principal Investigator: | Oliveiro Guerreiro Filho |
| Grantee: | Bárbhara Joana dos Reis Fatobene |
| Host Institution: | Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Campinas , SP, Brazil |
Abstract A cafeicultura constitui uma importante atividade econômica para o Estado de São Paulo. Entretanto, nos últimos anos, a cultura vem perdendo competitividade econômica, devido à substituição das lavouras cafeeiras por outras atividades agrícolas, e também à grande ocorrência de problemas fitossanitários que a acometem, especialmente os nematóides Meloidogyne incognita e M. paranaensis, espécies altamente agressivas. O uso de cultivares resistentes tem sido considerado o método mais eficiente entre as diversas técnicas de manejo dos nematóides parasitos do cafeeiro, por ser econômico e ambientalmente seguro. Fontes de resistência já foram identificadas em cafeeiros da espécie C. canephora, em formas silvestres de C. arabica, assim como, em híbridos derivados de cruzamentos entre as duas espécies. Contudo, o emprego de cultivares melhoradas via métodos tradicionais de melhoramento reside num processo longo, difícil e oneroso. Assim, a utilização de cultivares clonais de cafeeiros resistentes às diferentes populações de Meloidogyne spp. pode constituir, a curto e médio prazo, a melhor forma de implantar a cafeicultura em áreas infestadas. Técnicas biotecnológicas como o cultivo in vitro e seleção assistida por marcadores moleculares podem auxiliar esse processo. O presente projeto tem como objetivo a seleção de clones de C. canephora com resistência múltipla à M. exigua, M. incognita e M. paranaensis, assim como, de clones de acessos silvestres C. arabica e da cultivar Icatu Vermelho IAC 925, ambos resistentes à M. paranaensis, considerada hoje a espécie mais patogênica e agressiva ao cafeeiro. A resistência dos cafeeiros será avaliada por meio de análises nematológicas, assim como, pela análise comparativa de perfis de expressão gênica de cafeeiros com diferentes níveis de resistência a M. paranaensis, resultantes de experimentos de hibridização em microarranjos. (AU) | |
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