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Papel dos marcadores Mcl-1, PDL-1 e Ki-67 na progressão tumoral e recorrência no carcinoma diferenciado de tireóide

Processo: 17/19663-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2018 - 30 de abril de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Denise Engelbrecht Zantut Wittmann
Beneficiário:Denise Engelbrecht Zantut Wittmann
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados: Frederico Fernandes Ribeiro Maia ; Icleia Siqueira Barreto ; Ligia Vera Montali da Assumpção
Assunto(s):Endocrinologia  Neoplasias da glândula tireoide 

Resumo

Contexto: O impacto dos marcadores moleculares no prognóstico do carcinoma diferenciado de tireoide (CDT) ainda é controverso e permanece em constante debate. As proteínas Mcl-1, PD-L1 e Ki-67 estão relacionadas a mecanismos carcinogênicos envolvidos na gênese do CDT. Estudos recentes mostraram maior expressão da proteína apoptótica Mcl-1 em carcinoma papilífero da tireoide (CPT) de baixo risco e piora de prognóstico com Ki-67 fortemente positivo, enquanto o marcador PD-L1 se apresenta fortemente expresso em casos avançados, como tumores anaplásicos. No entanto, continua desconhecida na literatura a correlação desses marcadores com prognóstico e recorrência em casos de CDT de riscos intermediário-alto. Objetivos: Avaliar a utilidade clínica da expressão imunohistoquímica (IHQ) dos marcadores Mcl-1, PD-L1 e Ki-67 no CDT e investigar sua relação com prognóstico de longo prazo em pacientes com CDT de riscos intermediário-alto. Desenho: Estudo retrospectivo de casos de CDT seguidos por longo prazo com análise por IHQ a ser realizado no serviço de Anatomia Patológica de centro de referência em câncer de tireoide no Brasil. Métodos: Revisão de dados clínico-patológicos de cerca de 1000 casos de CDT operados e submetidos à radioiodo terapia no período de 1990 a 2017; cadastrados e em seguimento prolongado no ambulatório de câncer de tireóide do HC-Unicamp, para análise de persistência de doença, recorrência e mortalidade. Esperamos obter cerca de 200 amostras de tecido tumoral para análise por IHQ da expressão dos marcadores Mcl-1, PD-L1 e Ki-67 e posterior correlação com a estratificação dinâmica de resposta à terapia. Realizaremos então a análise combinada com mutações BRAF e TERT e sua correlação com prognóstico nesses casos. Hipóteses: Esperamos verificar maior expressão de Mcl-1, PD-L1 e Ki-67 em casos de CDT de riscos intermediário-alto, com persistência de doença bioquímica e/ou estrutural após o tratamento, dados não definidos ainda na literatura. A correlação com a presença de mutações BRAF e TERT contribuirá para identificação de casos mais graves e possíveis candidatos às novas terapias alvo no carcinoma de tireoide refratário à radioiodoterapia. (AU)

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