Busca avançada
Ano de início
Entree

PESQUISA DO VÍRUS RÁBICO EM MORCEGOS HEMATÓFAGOS (Desmodus rotundus) NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

Processo: 17/23667-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2018 - 30 de junho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Avelino Albas
Beneficiário:Avelino Albas
Instituição-sede: Departamento de Descentralização do Desenvolvimento (APTA Regional). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/09358-1 - Estudo da comparação das técnicas utilizadas no diagnóstico laboratorial da raiva: imunofluorescência direta (IFD), inoculação em camundongos (IC) e transcrição reversa - reação em cadeia de polimerase (RT-PCR), BP.TT
18/10098-1 - Estudo da comparação das técnicas utilizadas no diagnóstico laboratorial da raiva: imunofluorescência direta (IFD), inoculação em camundongos (IC) e transcrição reversa - reação em cadeia de polimerase (RT-PCR), BP.TT
Assunto(s):Imunofluorescência  Sorologia  Raiva  Reação em cadeia por polimerase (PCR)  Morcegos 

Resumo

O laboratório do Pólo da Alta Sorocabana, Presidente Prudente, SP, realiza o diagnóstico laboratorial da raiva desde 1995, ano em que foi credenciado para tal pelo Ministério da Saúde. Daquele ano até a presente data, já isolou o vírus rábico de várias espécies de morcegos não hematófagas (frugíveras e insetívoras), portadoras, em sua maior parte, da variante antigênica 3 do morcego Desmodus rotundus, que é hematófago. Para avaliar a presença do vírus rábico nestas espécies de morcegos, os mesmos serão capturados em abrigos cadastrados na região Oeste do Estado de São Paulo. Amostras de tecido cerebral serão submetidas aos testes de imunofluorescência direta e ensaios PCR. Anticorpos séricos serão mensurados por inibição de focos de fluorescência rápida (RFFIT). Se faz necessário, um estudo mais aprofundado da presença do vírus rábico nestas espécies existentes na região, bem como, da relação das mesmas com a disseminação do vírus, evitando assim, o contágio da população humana e animal, principalmente cães e gatos. (AU)