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Efeito da ativação do Receptor Ativado por Protease do tipo 1 (PAR1) sobre a atividade osteogênica em membranas de células-tronco do ligamento periodontal humano

Processo: 17/23158-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2018 - 30 de junho de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Pesquisador responsável:Marinella Holzhausen Caldeira
Beneficiário:Marinella Holzhausen Caldeira
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Carla Renata Sipert ; Luiz Henrique Catalani
Assunto(s):Membranas  Reparação periodontal 

Resumo

Esforços recentes no tratamento da doença periodontal têm focado em abordagens regenerativas baseadas em células. As membranas têm atraído ampla atenção para reparação/regeneração de defeitos periodontais por serem capazes de permitir a proliferação osteoblástica e de suportar a formação de matriz mineralizada. A obtenção de membranas de células (cell sheets), através do descolamento da camada celular da placa de cultivo (sem dissociação das mesmas) é um método que tem se destacado no cenário atual. Adicionalmente, as células-tronco do ligamento periodontal (PDLSCs) são capazes de se diferenciar em cementoblastos/osteoblastos, adipócitos e células formadoras de colágeno, contribuindo para a regeneração tecidual periodontal. Já se sabe que o receptor ativado por protease do tipo 1 (PAR1) exerce um papel crucial na iniciação e manutenção da inflamação e na reparação de fraturas, regulando vários aspectos da função dos osteoblastos. Recentemente, nosso grupo observou que a ativação do PAR1 é capaz de aumentar a atividade osteogênica das PDLSCs. Contudo, o mecanismo pelo qual esse processo é realizado ainda não foi completamente esclarecido e seu papel através do uso de membranas de células ainda não foi estudado. Desta forma, o objetivo principal deste trabalho será avaliar o efeito da ativação do PAR1 sobre a atividade osteogênica em membranas de células obtidas a partir de PDLSCs. Com este intuito, avaliaremos a eficácia biológica in vitro e in vivo das membranas de células ativadas com o peptídeo ativador do PAR1 a fim de desenvolver uma nova abordagem terapêutica para defeitos periodontais. (AU)