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Meta-análise e padrões de atividade física e alterações de peso em mulheres em pré-menopausa: achados e métodos

Processo: 18/04932-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Internacional
Vigência: 08 de maio de 2018 - 13 de maio de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Leandro Pereira de Moura
Beneficiário:Leandro Pereira de Moura
Pesquisador visitante: Rania A. Mekary
Inst. do pesquisador visitante: Harvard University, Cambridge, Estados Unidos
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/07199-2 - Papel da clusterina/ApoJ na sinalização da insulina em resposta ao exercício físico em roedores e em humanos, AP.JP
Assunto(s):Epidemiologia  Exercício físico  Obesidade  Meta-análise  Intercâmbio de pesquisadores 

Resumo

A insulina é um hormônio anabólico com ações fundamentais em órgãos e tecidos para a manutenção da homeostase do organismo. Anormalidades na ação da insulina em estimular a captação de glicose no musculo esquelético e de inibir a produção hepática de glicose, em geral estão presentes em indivíduos com resistência a insulina e antecedem o desenvolvimento do diabetes mellitus tipo 2 (DM2). O tecido adiposo hipertrofiado do corpo libera diversas biomoléculas como hormônios e citocinas pro-inflamatórias e outros fatores que estão envolvidos na indução de resistência a insulina no estado de obesidade. A luz desses achados, o conhecimento em biologia molecular associado a outras áreas de estudo tentam nortear quais fatores seriam mais relevantes no processo de prevenção e tratamento do DM2. A clusterina ou apoliproteina J (ApoJ), através de seu receptor de membrana (LRP2) atua na sinalização da insulina potencializando seus efeitos em tecidos periféricos (músculo esquelético, fígado e adiposo) e também, no hipotálamo. No entanto, a expressão desta proteína em tecidos periféricos e seus mecanismos de ação não são totalmente conhecidos. O exercício físico também e capaz de regular proteínas cruciais envolvidas na sinalização da insulina e promover melhoras metabólicas em animais e humanos diabéticos. Porém, seus efeitos na regulação da clusterina e consequentemente na homeostase da glicose não foram elucidados. Assim, compreender os mecanismos moleculares envolvidos na ação da clusterina na sinalização da insulina nos tecidos hepático e muscular na condição de exercício físico torna-se imprescindível para descoberta de novos mecanismos terapêuticos, como também, para a prescrição de exercício físico mais eficaz e seguro aos indivíduos acometidos por obesidade e DM2. (AU)