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O alvorecer das galáxias

Processo: 18/02444-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Brasil
Vigência: 01 de agosto de 2018 - 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astrofísica Extragaláctica
Pesquisador responsável:João Evangelista Steiner
Beneficiário:João Evangelista Steiner
Pesquisador visitante: Roderik Adriaan Overzier
Inst. do pesquisador visitante: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Brasil). Observatório Nacional (ON), Brasil
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/51680-6 - Explorando o universo: da formação de galáxias aos planetas tipo-terra, com o Telescópio Gigante Magellan, AP.ESP
Assunto(s):Galáxias  Buracos negros  Instrumentação  Formação e evolução da galáxia 

Resumo

Este projeto foca na física da formação de galáxias durante a primeira fase do universo, que pode ser avaliada com instrumentação astronômica atual e no futuro próximo. Estudaremos o período de tempo que começa no "alvorecer cósmico", as primeiras centenas de milhões de anos, quando as primeiras estrelas e galáxias se formaram, e termina aproximadamente ao "meio dia cósmico", cerca de 7 bilhões de anos depois, quando o universo atingiu cerca de metade da sua idade atual e a formação de galáxias foi amplamente concluída. O "alvorecer cósmico" é particularmente interessante para a evolução de galáxias e cosmologia porque coincide com a "época da re-ionização" (EoR). Durante a EoR, a matéria bariônica do universo (principalmente H e He) passaram de completamente neutro para completamente ionizado. Como o tempo da EoR é determinado pela taxa de fótons ionizantes produzidos pelas primeiras estrelas, galáxias e buracos negros, a EoR está intimamente ligada à taxa de crescimento da estrutura no universo (que depende da cosmologia). Portanto, estudar a EOR também conta a história da formação das primeiras galáxias, e vice-versa. O pesquisador visitante colaborou intensamente com os colegas do IAG/USP nos últimos 5 anos em projetos financiados pela FAPESP, como o Prime Focus Spectrograph (PFS) para o telescópio Subaru e o Giant Magellan Telescope (GMT, a FAPESP é um parceiro de 5%). Esta visita prevista para 2018-2019 é particularmente oportuna devido ao lançamento do James Webb Space Telescope (no final de 2018) e à finalização da definição do programa de pesquisa estratégica da PFS, que deverão ter um grande impacto nos estudos observacionais sobre o início universo. (AU)

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