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Potencial terapêutico do GHRH e da metformina sobre a função da célula beta pancreática frente ao estresse de retículo endoplasmático e instalação do diabetes mellitus tipo 2

Processo: 18/06363-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2018 - 30 de junho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Helena Cristina de Lima Barbosa Sampaio
Beneficiário:Helena Cristina de Lima Barbosa Sampaio
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados:Gabriela Moreira Soares
Assunto(s):Fisiologia endócrina  Diabetes mellitus tipo 2  Estresse do retículo endoplasmático  Células secretoras de insulina  Hormônio liberador de hormônio do crescimento  Proteoma  Metformina  Citocinas 

Resumo

O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é uma desordem endócrina caracterizada pela concentração anormalmente elevada de glicose no sangue. O declínio progressivo da função da célula beta pelo estresse de retículo endoplasmático (RE) pode ocorrer frente à exposição ao excesso de ácidos graxos livres ou citocinas inflamatórias durante a progressão do DM2, ativando a UPR (unfolded protein response). Neste projeto propomos a investigação de duas drogas com possível potencial em reverter o efeito deletério do estresse de RE. O GHRH, um hormônio produzido principalmente no hipotálamo, tem sua expressão e de seu receptor em tecidos periféricos, dentre eles o pâncreas endócrino. As ações do GHRH nas células alvo culminam com a ativação de vias de sobrevivência, proliferação e diferenciação celular. Considerando a disfunção e morte celular na progressão do DM2, tais ações do GHRH o tornam um alvo potencial sobre a célula beta. Propomos investigar o papel do GHRH na célula beta através do uso do MR-409, um peptídeo agonista do hormônio, avaliando a modulação dos componentes da UPR durante a disfunção induzida pelo palmito ou citocinas pró-inflamatórias. A outra droga a ser estudada é a metformina. Uma das nossas hipóteses é de que modulação da atividade da AMPK através da metformina pode reduzir o impacto danoso da UPR na célula beta via modulação do Pdx-1, um importante fator de transcrição da célula beta. Dessa forma, este projeto, trará contribuições para o melhor entendimento de possíveis efeitos de alvos terapêuticos direcionados para a célula beta pancreática, visando prevenir ou reverter os danos causados pela obesidade e inflamação durante a progressão do DM2. (AU)