| Processo: | 18/06363-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Helena Cristina de Lima Barbosa |
| Beneficiário: | Helena Cristina de Lima Barbosa |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Gabriela Moreira Soares |
| Assunto(s): | Fisiologia endócrina Diabetes mellitus tipo 2 Estresse do retículo endoplasmático Células secretoras de insulina Hormônio liberador de hormônio do crescimento Proteoma Metformina Citocinas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | célula beta pancreática | estresse de reticulo endoplasmatico | Ghrh | Metformina | Proteoma da célula beta | Fisiologia Endócrina |
Resumo
O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) é uma desordem endócrina caracterizada pela concentração anormalmente elevada de glicose no sangue. O declínio progressivo da função da célula beta pelo estresse de retículo endoplasmático (RE) pode ocorrer frente à exposição ao excesso de ácidos graxos livres ou citocinas inflamatórias durante a progressão do DM2, ativando a UPR (unfolded protein response). Neste projeto propomos a investigação de duas drogas com possível potencial em reverter o efeito deletério do estresse de RE. O GHRH, um hormônio produzido principalmente no hipotálamo, tem sua expressão e de seu receptor em tecidos periféricos, dentre eles o pâncreas endócrino. As ações do GHRH nas células alvo culminam com a ativação de vias de sobrevivência, proliferação e diferenciação celular. Considerando a disfunção e morte celular na progressão do DM2, tais ações do GHRH o tornam um alvo potencial sobre a célula beta. Propomos investigar o papel do GHRH na célula beta através do uso do MR-409, um peptídeo agonista do hormônio, avaliando a modulação dos componentes da UPR durante a disfunção induzida pelo palmito ou citocinas pró-inflamatórias. A outra droga a ser estudada é a metformina. Uma das nossas hipóteses é de que modulação da atividade da AMPK através da metformina pode reduzir o impacto danoso da UPR na célula beta via modulação do Pdx-1, um importante fator de transcrição da célula beta. Dessa forma, este projeto, trará contribuições para o melhor entendimento de possíveis efeitos de alvos terapêuticos direcionados para a célula beta pancreática, visando prevenir ou reverter os danos causados pela obesidade e inflamação durante a progressão do DM2. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |