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Sepse: mecanismos, alvos terapêuticos e epidemiologia

Processo: 17/21052-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de julho de 2018 - 30 de junho de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Reinaldo Salomão
Beneficiário:Reinaldo Salomão
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Pesquisadores principais:Flavia Ribeiro Machado ; Ivan Hong Jun Koh ; Luciano Cesar Pontes de Azevedo
Pesq. associados:Alexandre Keiji Tashima ; Ana Maria Alvim Liberatore ; Francisco Garcia Soriano ; Milena Karina Coló Brunialti
Bolsa(s) vinculada(s):18/19855-0 - Avaliação do metabolismo celular em células mononucleares de sangue periférico tolerantes à endotoxina, BP.IC
Assunto(s):Epidemiologia  Sepse  Expressão gênica  Terapêutica  Brasil 

Resumo

No Brasil, cerca de um terço dos leitos de terapia intensiva é ocupado por pacientes sépticos, com uma taxa de mortalidade de 55,7% em comparação com as médias mundiais de 26% relatadas recentemente. Nesse projeto pretendemos integrar investigação básica e clínica na Sepse, abrangendo da patogênese e desenvolvimento de estratégias de intervenção até estudos epidemiológicos que nos permitam conhecer a realidade da Sepse em nosso país. O projeto abrange três linhas de investigação: pesquisa translacional, pesquisa experimental e pesquisa epidemiológica. Essas linhas estão estruturadas em três eixos integrados de ação: 1- pesquisa translacional: constituímos rede de hospitais, que acompanharão prospectivamente pacientes com Sepse, com armazenamento de informações clínicas e epidemiológicas. Amostras biológicas dos pacientes serão processadas no laboratório de imunologia, onde serão conduzidos estudos de expressão gênica, proteica e função celular com foco no imunometabolismo; um possível alvo terapêutico deve ser testado em uma intervenção - prova de conceito; 2- pesquisa experimental: modelos de experimentação animal e modelagem computacional onde serão avaliadas novas hipóteses e potenciais alvos terapêuticos; 3- estudos epidemiológicos serão conduzidos em associação com rede de pesquisadores de unidades de emergência e de terapia intensiva para caracterização de dados demográficos sobre Sepse no Brasil. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Pós-doutorado em fisiopatologia com bolsa da FAPESP 
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