Busca avançada
Ano de início
Entree

EMU concedido no processo 2017/04138-8 para sistema de cromatografia líquida de alta pressão semipreparativo modelo LC-20AR

Processo: 18/05080-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários
Vigência: 01 de maio de 2018 - 30 de abril de 2025
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Sergio Ricardo Ambrosio
Beneficiário:Sergio Ricardo Ambrosio
Instituição-sede: Pró-Reitoria Adjunta de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Franca (UNIFRAN). Franca , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/04138-8 - Realização de estudos químicos, analíticos, biológicos, farmacológicos e tecnológicos para preenchimento das lacunas no desenvolvimento do setor de própolis brasileiro, AP.TEM
Assunto(s):Farmacocinética  Bioacessibilidade  Métodos de análise  Cromatografia líquida de alta pressão  Própolis  Equipamentos multiusuários 
Página web do EMU: Página do Equipamento Multiusuário não informada
Agendamento de uso: E-mail de agendamento não informado

Resumo

As própolis brasileiras produzidas por Apis mellifera denominadas verde, marrom e vermelha, com cerca de 200 toneladas produzidas por ano, têm grande importância econômica, devido às suas atividades biológicas e exportação para vários países, como Japão e China. As principais origens botânicas das própolis brasileiras são: Baccharis dracunculifolia para própolis verde; Araucaria sp, Eucalyptus sp e outras plantas para própolis marrom; Dalbergia ecastophyllum para a própolis vermelha. Em 2005, a ANVISA publicou nota técnica sobre o Registro de produtos contendo própolis, bem como a RDC no 24/2011 autorizando o registro de medicamentos à base de própolis. Todavia, ainda não existem medicamentos à base de própolis registrados na ANVISA até a presente data. Há, ainda, muitas lacunas, uma vez que a ANVISA demanda a realização de estudos químicos, analíticos, farmacológicos e tecnológicos para garantir segurança, eficácia e qualidade no desenvolvimento de novos medicamentos. Assim, propõe-se a realização de etapas complementares quanto aos estudos fitoquímicos para obtenção de extratos padronizados e compostos a serem utilizados no desenvolvimento de métodos analíticos; na obtenção de derivados semissintéticos; nos estudos de estabilidade e degradação; nos estudos de bioacessibilidade, de biotransformação, farmacocinética e farmacodinâmica; nos estudos in silico para determinação da relação estrutura atividade e análises de docking; no desenvolvimento de formulações farmacêuticas; nos estudos toxicológicos in vitro e in vivo; nos estudos de genotoxidade e mutagenidade; nos ensaios anti-inflamatórios, imunomodulatórios, antimicrobianos, antiparasitários, antiproliferativos, cicatrizantes e gastroprotetores, entre outros. O objetivo maior desta proposta é agregar valor para o setor apícola brasileiro. (AU)