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Efeitos do consumo de dieta hiperlipídica palatável e exercício sobre parâmetros inflamatórios centrais e periféricos em ratas e sua relação com comportamentos do tipo ansiedade e depressão

Processo: 17/25420-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de junho de 2018 - 31 de maio de 2020
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Debora Estadella
Beneficiário:Debora Estadella
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Pesq. associados:Alessandra Medeiros ; Alessandra Mussi Ribeiro ; Claudia Maria da Penha Oller Do Nascimento ; Hanna Karen Moreira Antunes ; Luciana Pellegrini Pisani
Assunto(s):Estresse oxidativo  Dieta hiperlipídica  Depressão  Inflamação  Ansiedade 

Resumo

O consumo de alimentos com alta densidade energética, a ingestão inadequada de nutrientes e a diminuição dos níveis de atividade física são fatores de risco para incidência de diversas doenças crônicas na população mundial, como doenças cardiovasculares, diabetes do tipo 2, alguns tipos de câncer e demências. A ingestão de dietas hiperlipídicas (DHs), incluindo as dietas palatáveis, desencadeia o desenvolvimento de obesidade, o aumento nos níveis de mediadores inflamatórios e a elevação do estresse oxidativo em tecidos periféricos e centrais. E mais, os transtornos de humor, ansiedade e os comportamentos depressivos têm sido associados ao consumo de DHs frente ao aumento da inflamação e do estresse oxidativo em diversas áreas cerebrais. É importante considerar que a relação entre o consumo de DHs, alterações neuroquímicas e comportamentos do tipo ansiedade e depressão também pode ser influenciada por hormônios sexuais. Alguns estudos relatam diferentes respostas comportamentais entre os gêneros frente ao consumo de DHs palatáveis. Por outro lado, o exercício físico tem sido descrito como intervenção positiva no combate aos efeitos deletérios do consumo de DHs, do aumento de citocinas inflamatórias, do estresse oxidativo e da adiposidade nos tecidos periféricos e centrais. Muitos autores sugerem que a pratica de atividade física correlaciona-se inversamente a comportamentos ansiosos e depressivos e positivamente ao aumento nos níveis de neutrofinas, como o BDNF (brain-derived neurotrophic fator). Os mecanismos pelos quais o consumo dessas dietas e o exercício físico causam esses efeitos ainda não estão completamente elucidados, e são menos investigados em fêmeas, grupo no qual os transtornos de humor e de ansiedade são mais prevalentes. Neste contexto, o presente estudo tem por objetivo investigar os efeitos do consumo de dieta hiperlipídica palatável associada ou não ao exercício físico moderado sobre parâmetros inflamatórios e balanço oxidativo cerebrais e periféricos de ratas em diferentes fases do ciclo estral e sua influência sobre comportamentos de ansiedade e depressão, considerando a complexidade orgânica dessas alterações e do metabolismo deste gênero. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
PUPO SEABRA MALTA, FELIPE AGUIAR; ESTADELLA, DEBORA; GONCALVES, DANIELA CAETANO. The role of omega 3 fatty acids in suppressing muscle protein catabolism: A possible therapeutic strategy to reverse cancer cachexia?. Journal of Functional Foods, v. 54, p. 1-12, MAR 2019. Citações Web of Science: 0.

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