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Informação háptica adicional fornecida pelas âncoras reduzem o oscilação postural em adultos jovens menos que o toque leve

Processo: 18/09046-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de julho de 2018 - 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Renato de Moraes
Beneficiário:Renato de Moraes
Instituição-sede: Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Controle postural  Controle motor  Equilíbrio 

Resumo

Este estudo investigou o efeito da adição de informação háptica no controle da postura, bem como a comparação do efeito dos paradigmas de "toque leve" (TL) e "sistema âncora" (SA) na oscilação postural. Além disso, comparou o efeito da localização e do número de pontos de contato sobre o controle da postura em adultos jovens. A localização consistiu em usar as âncoras amarradas ao dedo e seguradas pelas mãos e, para o TL, a ponta do dedo. Para o número de pontos de contato, os participantes usaram duas mãos e separadamente a mão dominante e a mão não dominante, para ambos os paradigmas. Os participantes ficaram em pé com os pés juntos e em posição tandem enquanto realizavam tarefas que combinavam o uso de âncoras e TL, pontos de contato (mão e dedo) e número de pontos de contato (duas mãos e uma mão). Neste estudo, as âncoras consistem em segurar em cada mão um cabo flexível com a outra extremidade presa ao solo. O TL consiste em tocar levemente uma superfície rígida com a ponta do dedo indicador. Os resultados mostraram, primeiramente, que as âncoras melhoraram o controle postural menos que o TL. Em segundo lugar, eles revelaram que segurar as âncoras com as mãos ou com elas amarradas à ponta do dedo resultou em uma redução semelhante na oscilação postural apenas na posição em tandem. Para a posição dos pés juntos, as âncoras amarradas à ponta do dedo foram ineficazes. Da mesma forma, o uso de uma ou duas mãos não afetou a contribuição das âncoras. No entanto, usar duas mãos na condição de TL foi mais eficaz do que uma mão. Terceiro, nossos resultados mostraram a presença de um atraso temporal entre força e centro de pressão (CP) para as âncoras, somente na direção AP com os pés juntos. Em conclusão, as âncoras foram menos eficazes na redução da oscilação postural do que o TL. As âncoras presas às pontas dos dedos foram tão eficazes quanto as âncoras de mão na posição em tandem, mas ineficazes durante a permanência com pés juntos. O sincronismo entre força e COP explica a oscilação postural reduzida com o TL mas não para a âncora; assim, componentes exploratórios e supraposturais podem estar envolvidos. (AU)