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Estudo da reposição da Vitamina D na evolução da injúria renal aguda pós isquêmica em ratos deficientes em Vitamina D

Processo: 18/04930-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2018 - 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Ana Carolina de Bragança Viciana
Beneficiário:Ana Carolina de Bragança Viciana
Instituição-sede: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Antonio Carlos Seguro ; Daniele Canale ; Maria Heloisa Massola Shimizu ; Rildo Aparecido Volpini
Assunto(s):Deficiência de vitamina D 

Resumo

A injúria renal aguda (IRA) altera a hemodinâmica renal, leva a injúria tubular, ativa vias de inflamação, proliferação e morte celular. O dano inicial causado no tecido renal após um evento de isquemia/reperfusão (I/R) sugere importante papel na patogênese do curso da IRA, assim como na instalação da doença, podendo levar a predisposição à doença renal crônica (DRC). A deficiência de vitamina D (dVD) está associada ao dano tubúlo-interstício e na progressão da I/R-IRA. Por outro lado, a vitamina D pode ser considera um fator de proteção. Assim, a proposta deste estudo será o de verificar o efeito da reposição de vitamina D na evolução da IRA pós isquêmica em ratos deficientes em vitamina D. Serão utilizados ratos Wistar que serão divididos em três grupos: I/R, receberão dieta padrão por 120 dias e a cirurgia de I/R será realizada no 30º dia; I/R dVD, receberão dieta depletada de vitamina D por 120 dias e a cirurgia de I/R será realizada no 30º dia; e I/R RVD, receberão dieta depletada em vitamina D por 30 dias e a cirurgia de I/R será realizada no 30º dia. A partir do 31° dia, a dieta depletada em vitamina D será substituída pela dieta padrão (reposição da vitamina D) até o final dos 120 dias de acompanhamento. Serão avaliados parâmetros funcionais (função renal), bioquímicos (eletrólitos, proteinuria, hormônios), e hemodinâmicos (fluxo renal e pressão arterial). Além disso, serão realizados estudos imuno-histoquímicos (vias de inflamação, alteração fenotípica, transportadores) e histomorfométricos (lesões renais e área intersticial relativa), análise proteica (transportadores, fatores vasculares e de crescimento, receptores) e avaliação da expressão gênica (análise do sistema-renina-angiotensina, receptor da vitamina D e Klotho). (AU)