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São Paulo nas mudanças climáticas: cenários ambientais para para a resiliência urbana

Processo: 18/10260-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil
Vigência: 01 de agosto de 2018 - 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Maria de Assunção Ribeiro Franco
Beneficiário:Maria de Assunção Ribeiro Franco
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Infraestrutura verde  Mudança climática  Resiliência urbana 

Resumo

ResumoEste livro sintetiza os resultados da Pesquisa FAPESP 2015 / 10597-0 intitulada "Infraestrutura Verde para a Resiliência Urbana às Mudanças Climáticas da Cidade de São Paulo". Para tanto recebeu a colaboração de 12 autores e foi estruturado em 3 partes e 12 capítulos, cujos estudos giram em torno de três temas básicos: resiliência urbana, infraestrutura verde e mudanças climáticas. Assim se organiza o texto: Parte Um - Resiliência Urbana: o sítio, a forma e os usos, do primeiro ao terceiro capítulo; Parte Dois - Infraestrutura verde: a paisagem, as águas e os resíduos, do quarto ao oitavo capítulo; Parte Três - Mudanças Climáticas: cenários ambientais, do nono ao décimo segundo capítulo. A pesquisa teve a duração de dois anos e foi prorrogada mais seis meses para a organização deste livro.O trabalho como um todo parte do princípio de que a criação de um eixo de infraestrutura verde e mobilidade urbana de norte a sul da cidade de São Paulo, intitulada aqui de 'Trilha Norte-Sul', propicie ao cidadão paulistano circular, andar e pedalar num ambiente de qualidade ambiental e cultural, incrementando o reconhecimento e apreço das múltiplas características naturais e construídas que compõem a paisagem urbana, contribuindo com a educação ambiental, a consciência ecológica e o exercício da cidadania. Em contrapartida, em alguns trechos da Trilha Norte-Sul foram instaladas, ao longo do tempo, infraestruturas cinza de grande impacto ambiental, tais como: obras viárias, canalização de rios e impermeabilização de grandes áreas por construções e estacionamentos. Além disso, cruzam-na linhas de trem e metro, pontes e viadutos que exigirão várias ações de readequação aos princípios da infraestrutura verde proposta.Assim, a Trilha Norte-Sul foi pensada e centrada na mobilidade do cidadão paulistano, ao longo de um percurso aproximado de 25 Km de extensão, cruzando o território do Município de São Paulo, da Serra da Cantareira até a calha do Rio Pinheiros, conectando diversas áreas verdes e pontos de cultura significativos, aqui chamados de 'pontos de resiliência eco-social'. Desta forma, a Trilha Norte-Sul induzirá ao 'olhar paisagístico, como fator primordial para a recuperação da paisagem urbana da cidade de São Paulo, promovida a partir da ação cidadã de seus usuários. Esta proposta enfatiza sobremodo a criação de novas áreas verdes e o ressurgimento de corpos d'água e áreas úmidas, conectando-os aos elementos de infraestrutura verde existentes e associando-os a uma rede de mobilidade urbana não poluente, dando-lhe um nexo de resiliência urbana e ecológica, tendo por metas a redução de ilhas de calor e a economia e conservação das águas, adaptando o tecido urbano da cidade de São Paulo às mudanças climáticas. (AU)

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