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Correlação clínica e ultrassonográfica de atividade de doença na Esclerodermia Localizada juvenil: estudo prospectivo

Processo: 17/23048-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2018 - 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Maria Teresa de Sande e Lemos Ramos Ascensão Terreri
Beneficiário:Maria Teresa de Sande e Lemos Ramos Ascensão Terreri
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Clovis Artur Almeida da Silva ; Daniela Gerent Petry Piotto ; Lucia Maria de Arruda Campos
Assunto(s):Pele  Esclerodermia localizada  Infância  Ultrassonografia 

Resumo

O estabelecimento de critérios diagnósticos e critérios de avaliação de atividade/remissão clínica das doenças reumáticas auto-imunes tem melhorado o diagnóstico precoce, o prognóstico e a morbi-mortalidade dessas doenças na infância. Dentre estas doenças destacam-se a artrite idiopática juvenil (AIJ), o lúpus eritematoso sistêmico juvenil (LESJ), a dermatomiosite juvenil (DMJ), as vasculites auto-imunes, as síndromes auto-inflamatórias e a esclerodermia. Entretanto, em algumas doenças como a esclerodermia, há dificuldades em determinar parâmetros de atividade e não há validação destes para a população pediátrica. A esclerodermia localizada é uma doença caracterizada por fibrose da pele e do tecido subcutâneo. A ultrassonografia pode auxiliar no diagnóstico e seguimento do envolvimento cutâneo pois permite a avaliação da profundidade e da extensão da esclerose na área afetada. A hiperemia e o aumento de ecogenicidade parecem ser sinais de atividade das lesões. Devido à escassez de estudos de ultrassonografia em lesões de pele de pacientes com esclerodermia localizada juvenil e pela importância deste exame para avaliar atividade de doença mesmo antes dos sinais clínicos aparecerem, resolvemos realizar este estudo. O nosso objetivo será estudar os achados de ultrassonografia em pacientes com esclerodermia localizada juvenil, correlacionar a atividade clínica com a atividade ultrassonográfica e avaliar a resposta ao tratamento através da ultrassonografia. Neste estudo multicêntrico (Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP e Instituto da Criança da Universidade de São Paulo - ICR/FMUSP), serão avaliados prospectivamente 60 pacientes com esclerodermia localizada juvenil e 30 controles pareados, através de avaliação clínica e ultrassonográfica em dois tempos (com um ano de intervalo). O reumatologista pediatra avaliará, de maneira cega, as alterações cutâneas e a atividade de doença através de escores específicos. A avaliação ultrassonográfica será realizada por profissional experiente de maneira cega levando em conta a espessura e a ecogenicidade da derme nas regiões afetadas e em áreas saudáveis. (AU)

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