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Caracterização e identificação molecular, morfo-cultural, fisiológica e patogênica de isolados de Colletotrichum spp. de seringueira e indução de resistência de seringueira a este fungo utilizando organismos sapróbios do semiárido nordestino

Processo: 17/23927-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2018 - 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Ana Carolina Firmino
Beneficiário:Ana Carolina Firmino
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Tecnológicas. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Dracena. Dracena , SP, Brasil
Pesq. associados:Edson Luiz Furtado ; Paulo Cezar Ceresini
Assunto(s):Antracnose  Controle  Hevea brasiliensis  Fitopatologia  Diversidade 

Resumo

A seringueira (Hevea brasiliensis Müell. Arg.) é uma espécie oriunda da região amazônica, amplamente cultivada no Brasil. Com a ampliação de áreas plantadas desta cultura, muitas doenças que antes não eram expressivas vêem ganhando importância, como a antracnose, causada por fungos do gênero Colletotrichum, que ataca folhas, causando a queda prematura destas. Desta forma, estudos que visem determinar quais espécies de Colletotrichum ocorrem e quais prevalecem nas principais regiões produtoras de seringueira e que caracterizem as populações do patógeno são importantes para o país. Este trabalho tem como objetivo identificar e caracterizar espécies de Colletotrichum associadas à antracnose da seringueira em diferentes Estados brasileiros. Para isso, serão realizadas análises filogenéticas, utilizando sequências parciais dos genes ITS, TUB2, CAL, CHS-1 e GAPDH e avaliações das características morfológicas de conídios e apressórios e das características culturais e fisiológicas de colônias cultivadas em diferentes temperaturas. Os isolados também serão caracterizados patogenicamente por meio da inoculação em distintos clones de seringueiras. Aliados ao experimento de reação diferencial de clones serão realizados testes de indução de resistência de seringueira ao Colletotrichum utilizando fungos sapróbios do semiárido nordestino, identificados pelo projeto BIOTA de 2012. Finalmente, isolados representativos das principais espécies encontradas serão avaliados quanto aos percentuais de conídios germinados e apressórios formados durante a fase de pré-penetração em folíolos de seringueira, sob influência de diferentes temperaturas e períodos de molhamento. Os resultados obtidos permitirão a melhor compreensão de aspectos etiológicos e epidemiológicos da doença, fornecendo subsídios para o desenvolvimento e a adoção de métodos de controle adequados para as espécies de Colletotrichum associadas à antracnose da seringueira no Brasil. (AU)