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Perfil de expressão de microRNA no tecido adiposo mesenterial de pacientes com Doença de Crohn

Processo: 18/05584-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2018 - 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunogenética
Pesquisador responsável:Raquel Franco Leal
Beneficiário:Raquel Franco Leal
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados:Adriana Souza Torsoni ; Licio Augusto Velloso ; Marciane Milanski Ferreira ; Maria de Lourdes Setsuko Ayrizono
Assunto(s):Biomarcadores  Gastroenterologia  Doença de Crohn  Doenças inflamatórias intestinais 

Resumo

A doença de Crohn (DC) é afecção crônica intestinal de etiologia multifatorial que vem apresentando aumento da incidência nas últimas três décadas. O acometimento intestinal é de característica transmural, havendo por isso possibilidade de desenvolvimento de fístulas e estenoses. O papel do tecido adiposo mesenterial (TAM) no desenvolvimento dessas complicações da DC, bem como na própria etiopatogênia da doença, não é bem estabelecido. O característico aumento macroscópico do TAM próximo à área intestinal afetada, com envolvimento quase que circunferencial da alça intestinal foi notado desde a descrição da DC, mas existem poucos estudos na literatura que abordam este assunto. No presente projeto pretendemos avaliar amostras de TAM de 20 pacientes com DC ileocecal, e de 10 indivíduos controles, que já estão coletadas. Será realizada validação do estudo transcricional (RNA-sequencing), no que se refere à expressão de micro-RNA em uma coorte independente daquela realizada para o RNA-seq. Para atingir esse objetivo, esta validação será realizada por RT-PCR. Além disso, iremos identificar os alvos de interesse desses microRNAs, por meio da análise in silico em uma base de dados de microRNAs de uso gratuito, miRWalk 2.0. A partir dessa análise, transcritos serão selecionados e validados por RT-PCR. Também correlacionaremos os achados de expressão de microRNA com os dados epidemiológicos e clínicos dos pacientes. Desta forma, este estudo poderá identificar diferenças tecido-específicas que poderiam estar envolvidas com a susceptibilidade à doença, como também constituir potenciais biomarcadores e também potenciais alvos de agentes farmacológicos, individualizando terapêuticas. (AU)

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