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Avaliação do efeito da utilização de cell sheets de células-tronco da polpa dentária humana, associada ou não à terapia de fotobiomodulação, no reparo da fratura experimental do processo condilar em ratos

Processo: 18/04403-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2018 - 30 de junho de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:João Gualberto de Cerqueira Luz
Beneficiário:João Gualberto de Cerqueira Luz
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Ana Clara Fagundes Pedroni ; Marcia Martins Marques ; Samantha Cristine Santos Xisto Braga Cavalcanti
Assunto(s):Fraturas maxilares  Articulação temporomandibular  Côndilo mandibular  Engenharia tecidual  Células-tronco 

Resumo

O reparo da fratura de côndilo (FC) com desvio medial ocorre por formação de calo ósseo e reorganização das estruturas da articulação. Assimetrias faciais podem ocorrer após tratamento conservador da FC. Uma intervenção cirúrgica, associada à terapia celular mediada por células-tronco (CTs) e à terapia de fotobiomodulação (PBMT do inglês photobiomodulation therapy), poderiam ser aplicadas para buscar a regeneração da FC melhorando o desfecho do tratamento. O objetivo deste estudo será avaliar o efeito da utilização de lençóis celulares (CSs do inglês cell sheets) de células-tronco da polpa dentária humana (hDPSC do inglês human dental pulp stem cells), associada ou não à PBMT, no reparo da FC em ratos. O estudo terá 2 etapas: uma in vitro (obtenção dos CSs) e uma in vivo (utilização de modelo experimental de FC). 72 ratos Wistar, machos, adultos serão divididos em quatro grupos experimentais com 18 espécimes cada. GI: FC sem tratamento adicional; GII: FC+PBMT; GIII: FC+CS envolvendo o traço de fratura; GIV: FC+CS+PBMT. A PBMT será realizada com laser infravermelho (780 nm, 40 mW, 0,04 cm2, 1 W/cm2, 3 s,3 J/cm2 e 0,12 J) 48 e 96 horas após a cirurgia. O peso dos animais será documentado. 15, 30 e 90 dias de pós-operatório (n=6) os animais serão sacrificados e o crânio será fixado e submetido a microtomografia computadorizada (MicroCT), análises histológica e histomorfométrica (H&E), histoquímica (TRAP do inglês tartrate resistant acid phosphatase) e imunoistoquímica (cell tracking-BrDU). Os dados serão analisados estatisticamente (±=0,05). (AU)