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Utilização da espectroscopia de fluorescência na detecção de contaminação em alimentos

Processo: 17/23686-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2018 - 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Lilia Coronato Courrol
Beneficiário:Lilia Coronato Courrol
Instituição-sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Assunto(s):Oxigênio singleto  Agrotóxicos  Contaminação  Fluorescência  Alimentos  Espectroscopia óptica  Micro-organismos 

Resumo

Papelão, carne estragada, aditivos químicos em concentrações acima do permitido, microrganismos, pesticidas, antibióticos, zoonoses, etc. Qual é a qualidade dos alimentos que consumimos? A intoxicação alimentar é um problema muito maior para os governos e para a indústria alimentar hoje, em comparação com a última década. Os relatórios da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que em todo o mundo, milhões de pessoas sofrem de doenças causadas por alimentos contaminados. A contaminação alimentar é geralmente definida como alimentos que são estragados ou contaminados por conterem microrganismos, como bactérias ou parasitas, ou substâncias tóxicas que os tornam inaptos para o consumo. Além disso, diferentes mecanismos químicos são responsáveis pela oxidação de gorduras e óleos durante o processamento, armazenamento e cozimento gerando espécies reativas de oxigênio (ROS) e radicais livres. O objetivo deste projeto é a utilização da espectroscopia de fluorescência na detecção de contaminantes (microrganismos, pesticidas e antibióticos) e processos oxidativos que deterioram a qualidade dos alimentos. A espectroscopia de fluorescência é uma técnica na qual a excitação de uma molécula é obtida através da absorção de fótons. Com esta técnica é possível determinar rapidamente propriedades bioquímicas e biofísicas dos alimentos. Podemos citar algumas propriedades importantes da fluorescência quando comparadas com outros métodos analíticos como: resposta rápida, alta sensibilidade, baixos limites de detecção, seletividade, simplicidade instrumental e baixo custo de manutenção e análise. Através de medidas de fluorescência é possível também se determinar a importância e a contribuição específica do oxigênio singleto na oxidação dos alimentos. O profundo conhecimento científico da formação, reações, mecanismos e cinética de geração/extinção do oxigênio singleto, pode melhorar significativamente a qualidade dos alimentos, reduzindo a oxidação durante o processamento e armazenamento. Com a aprovação deste projeto será possível realizar melhorias no fluorímetro Fluorolog 3 da Jobin Yvon, adquirido no processo Fapesp 06/06591-7 acrescentando um módulo de medida de aquisição na região do infravermelho e atualização do software. Também será possível a aquisição de numa nova fonte de excitação pulsada para o sistema de medida de tempo de vida da PicoQuant adquirido no processo Fapesp 10/16544-1. Estas ações permitirão a ampliação de possibilidade de medida dos equipamentos e novas colaborações. (AU)

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