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Clonal strategies in subantartic and subtropical colonial ascidians

Resumo

As ascídias possuem espécies solitárias e coloniais estreitamente relacionadas, proporcionando uma oportunidade para abordagens comparativas para esclarecer as origens evolutivas dos ciclos de vida coloniais e assexuados. Foi documentado que as ascidias coloniais dominam nos trópicos e subtropicos, enquanto que nos sistemas temperados, as solitárias compreendem a maioria das espécies ascidianas. Estudos recentes realizados por J. Canete e colaboradores demonstraram recentemente que esse padrão biogegráfico não é válido para a região subantártica de Magalhães, onde as colônias também dominam levantando a questão dos fatores ecológicos e biológicos que afetam o domínio/diversidade das formas coloniais nessas duas regiões. Estamos solicitando apoio para duas curtas visitas de três pesquisadores do consórcio chileno-brasileiro proposto para realizar estudos-piloto para (1) documentar brevemente assembleias de comunidades de ascidias nessas duas regiões, (2) coletar RNA para abordagens filogenômicas para reconstruir transições evolutivas entre solitários e grupos r coloniais com foco em Styelidae (um grupo atualmente estudado por F. Brown em São Paulo), (3) descrevem brevemente os processos de desenvolvimento de brotos em colonias vivas no laboratório para documentar os tecidos e células envolvidas na reprodução assexuada. A missão contempla a participação em congressos e reuniões com outros pesquisadores nas instituições de acolhimento, assim cursos/workshops como forma de recrutamento de estudantes jovens talentosos para futuras colaborações. (AU)

Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (1 total):
Universidad de Magallanes (Chile): Buscan profundizar el estudio de la biología evolutiva del desarrollo en ascidias (11/Dez/2019)