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SIPS: Sistema Integrado de Previsão e Segurança Portuária - modelo de previsão para monitoramento de terminais costeiros - fase 3

Processo: 17/20514-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de novembro de 2018 - 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia
Convênio/Acordo: FINEP - PIPE/PAPPE Subvenção
Pesquisador responsável:Bauer Rodarte de Figueredo Rachid
Beneficiário:Bauer Rodarte de Figueredo Rachid
Empresa:Siaa Desenvolvimento de Sistemas Eireli - ME
Município: São Paulo
Pesq. associados: Camillo Segreto Barillari ; Eduardo Siegle ; Moyses Gonsalez Tessler ; Ricardo de Camargo ; Sebastian Krieger
Assunto(s):Ondas  Navios  Navegação marítima  Meteorologia  Previsão do tempo  Segurança portuária  Monitoramento climático  Previsão climatológica 

Resumo

Ao longo das Fases 1 e 2 do PIPE-FAPESP, os desenvolvimentos foram focados no estabelecimento do Sistema Integrado de Previsão e Segurança Portuária (SIPS), culminando com o estabelecimento de um sistema computacional de previsão de forçantes ambientais e alertas de risco em áreas costeiras, focado para operações portuárias e atividades de uso e exploração. Dentre as ocasiões de comunicação com contatos do mercado, ficou claro que nosso produto é visto como um produto inovador e que possui excelência científica, restando como último obstáculo implementar as características comerciais para apresentar as informações aos clientes de forma confiável e de fácil acesso. Os principais objetivos do projeto são vencer os desafios técnicos e comerciais para implementar uma interface gráfica direta para o usuário final, composta de webpage responsiva e aplicativo móvel, contendo a visualização de resultados produzidos por todos os módulos gerados nas Fases 1 e 2 do PIPE, após validação. Os principais desafios consistem em: implantar uma interface gráfica com usuário final; realizar melhorias no design e marketing do produto; validar o Módulo de Risco e o Módulo Meteorológico; realizar a calibração do sistema num cenário real; manter o desenvolvimento guiado pelo mercado; acoplar o produto a um sistema de certificação portuária do tipo Porto Verde; divulgar o produto em feiras técnicas e comerciais do ramo. As principais metodologias a serem aplicadas são: desenvolvimento de interface web responsiva e aplicativos móveis integradas automaticamente com sistemas de modelagem, fornecendo mapas dinâmicos, gráficos, tabelas e reports para usuário final; construção de marca, identidade visual e animação explicativa, com base em diferenciais do produto; realização de simulações e ensaios de validação de modelos de movimentação de embarcações, visando atestar a confiabilidade do módulo de risco; acoplar um sistema de modelagem meteorológica em tempo real, visando validar o módulo meteorológico numa interface amigável e atualizada de forma automática, com segurança na transferência de dados; conceber um cenário base na costa sudeste do Brasil e posteriormente inseri-lo no pacote de marketing do produto, atestando a confiabilidade e gerando valor ao sistema; realizar visitas técnicas para explicitar as impressões de potenciais usuários sobre o desenvolvimento do SIPS, incorporando valiosas informações; atuar em conjunto a instituição certificadora para realizar adequação documental e técnica que permita a incorporação do SIPS em certificação portuária ambiental; apresentar o produto em feiras técnicas e comerciais do ramo.Com o sucesso desta fase, podem ser esperados os seguintes resultados: estabelecimento de website e aplicativo móvel customizados, de fácil acesso e manutenção, contendo banco de dados atualizados automaticamente; concepção de marca forte, desenvolvida segundo diretrizes de design profissional; validação de módulo de alertas de risco avançado, representando grande diferencial; acoplamento de sistema de previsão meteorológica, atendendo plenamente os clientes; demonstração perante o mercado da confiabilidade do SIPS para a região costeira brasileira, por meio da calibração de cenário base na costa sudeste; garantia da participação de potenciais clientes nos desenvolvimentos do projeto; incorporação do SIPS em certificação reconhecida nacionalmente para o setor portuário; ampliação da participação no mercado por meio de divulgação em feiras. A realização deste projeto certamente estabelecerá um sistema de previsão meteoceanográfica único no Brasil, certificado e apresentado de maneira amigável ao usuário. Portanto, o sucesso desta fase agregará grande valor econômico à ferramenta e, portanto, se mostra essencial para que a empresa atinja as receitas projetadas no Plano de Negócios. (AU)