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O Brasil, as Américas e o mundo: opinião pública e política externa (fase 3)

Processo: 18/00646-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de setembro de 2018 - 31 de agosto de 2023
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política - Política Internacional
Pesquisador responsável:Maria Hermínia Brandão Tavares de Almeida
Beneficiário:Maria Hermínia Brandão Tavares de Almeida
Instituição-sede: Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisadores principais:Janina Onuki ; Leandro Piquet Carneiro
Pesq. associados:Feliciano de Sá Guimarães ; Flávio Leão Pinheiro ; Ivan Filipe de Almeida Lopes Fernandes ; Joshua Kalla ; Peter Michael Aronow ; Stephen Michael Herzog ; Umberto Guarnier Mignozzetti
Bolsa(s) vinculada(s):18/19847-7 - Brasil, as Américas e o mundo, BP.TT
Assunto(s):Opinião pública  Formador de opinião  Pesquisa de opinião  Liderança política  Política externa  Imprensa 

Resumo

O objetivo deste projeto de pesquisa é descrever e analisar a percepção do público e das lideranças políticas e sociais brasileiras em relação à nossa política externa e a questões de política internacional. Ele está composto de três subprojetos, a saber: 1. Realização da terceira onda da pesquisa de tipo painel por meio de surveys com o público de massa e com líderes políticos e sociais (comunidade de política externa); 2. Observatório de Política Externa na Imprensa, que consiste no acompanhamento da discussão sobre política exterior entre formadores de opinião nos quatro jornais de maior circulação no país; 3. Estudo da influência do público sobre as lideranças por meio de survey experimental. O subprojeto 1 constitui a espinha dorsal e âncora do projeto temático. Dá continuidade à pesquisa colaborativa internacional Las Américas y el Mundo, levada adiante por uma rede de pesquisadores e instituições de pesquisa latino-americanas sob a coordenação geral do Centro de Investigación y Docencia Económicas (CIDE), no México. Será realizada a terceira onda do painel, repetida a cada quatro anos, e composto por dois surveys: o primeiro com lideranças políticas e sociais cuja atividade tem dimensão internacional (comunidade de política externa), com amostra intencional de 200 casos; e o segundo com o público, com amostra probabilística de 1500 casos, e distribuição nacional estratificada. Nos dois casos, serão incluídas questões experimentais onde variamos a informação oferecida ao respondente, como forma de esclarecer algumas perguntas de pesquisa, e explorar vínculos causais. Estão previstos também alguns grupos focais que visam captar as formas pelas quais o público de massa se informa e forma opinião sobre questões internacionais. O subprojeto 2 focaliza a distribuição de preferências de formadores de opinião com relação a diferentes aspectos da ação internacional do Brasil. Baseia-se na organização de um banco de dados, em forma eletrônica, com artigos assinados e editoriais sobre política externa, publicados nos veículos Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, Valor Econômico e O Globo. O subprojeto 3 utiliza os dados dos surveys realizados para discutir a influência da opinião pública sobre a formação da opinião dos líderes da comunidade de política externa. Os três subprojetos estão intimamente conectados e ancorados nos dois surveys. Têm como questões comuns a formação, características da opinião pública sobre política externa e temas internacionais, bem como seu papel na formação da agenda externa do país. Os dados colhidos nos surveys realizados nos vários países da América Latina ficarão disponíveis online (http://mexicoyelmundo.cide.edu), juntamente com os bancos das ondas anteriores de 2010/2011 e 2014/2015. Ficarão também alojados junto com dados do Observatório de Política Externa em site próprio, disponível no site do Cebrap (www.cebrap.org.br). Nesta nova etapa da pesquisa, a equipe participante aumentou e passará a incluir pesquisadores de quatro instituições nacionais e um jovem pesquisador visitante estrangeiro, vinculado a uma delas. Ao mesmo tempo, o projeto internacional está ampliando parcerias com pesquisadores de instituições norte-americanas e europeias. (AU)

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