Busca avançada
Ano de início
Entree

Pessoas, plantas e paisagens na Amazônia

Processo: 17/25157-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de setembro de 2018 - 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Arqueologia - Arqueologia Pré-histórica
Pesquisador responsável:Jennifer Watling
Beneficiário:Jennifer Watling
Instituição-sede: Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesq. associados:Anne Rapp Py-Daniel ; Bruna Cigaran da Rocha ; Carlos Augusto Zimpel Neto ; Claide de Paula Moraes ; Eduardo Bespalez ; Eduardo Góes Neves ; Fernando Ozorio de Almeida ; Francis Edward Mayle ; Francisco Antonio Pugliese Junior ; Gabriela Prestes Carneiro ; Guilherme Zdonek Mongeló ; Juliana Rossato Santi ; Laura Pereira Furquim ; Manuel Alexander arroyo kalin ; Martin Torres Castro ; Myrtle Pearl Shock ; Paulo Eduardo de Oliveira ; Silvana Zuse ; Thiago Kater Pinto ; Tiago Hermenegildo ; Veronica Wesolowski de Aguiar e Santos ; Vinicius Eduardo Honorato de Oliveira ; Ximena Suarez Villagran
Bolsa(s) vinculada(s):18/19152-9 - Pessoas, plantas e paisagens na Amazônia, BP.JP
Assunto(s):Ecologia histórica  Paleoecologia  Amazônia 

Resumo

Nos últimos cinco anos, debates sobre a medida em que as sociedades pré-coloniais eram responsáveis por moldar as florestas amazônicas têm intensificados para ocupar a vanguarda de discursos dentro da arqueologia e ecologia, enquanto também ganham interesse do público. Apesar da quantidade de dados empíricos sendo gerados, há dois problemas que estão restringindo uma compreensão mais refinada de histórias paisagísticas amazônicas. O primeiro é a tendência de estudos paleoecológicos de projetar resultados através de áreas extremamente grandes, culturalmente não relacionadas e ainda inexploradas arqueologicamente, ou seja, uma questão de representatividade. O segundo problema é a falta de pesquisas detalhadas que combinam proxies arqueológicos e paleoecológicos que nos permitam reconstruir as trajetórias histórico-ecológicos de lugares específicos na Amazônia e verificar a antiguidade de florestas antropogênicas. A ausência de estudos locais nos impede compreender o quadro maior e utilizar nossos dados de maneira construtiva para auxiliar nos atuais debates socioambientais. Para esses fins, este projeto pretende lançar luz sobre as relações profundas e complexas entre pessoas, plantas e paisagens em quatro sítios arqueológicos diferentes situados em quatro ambientes amazônicos diferentes. O foco metodológico do projeto é a microarqueologia, sobretudo análises microbotânicas e micromorfológicas, e incluímos no orçamento planos para expandir o LabMicro no MAE/USP através da construção de um laboratório multiuso de ponta e a expansão das atuais instilações. O laboratório fornecerá um recurso altamente necessário em um campo de pesquisas que está crescendo continuamente, e em que o museu deveria estar na vanguarda. (AU)

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.