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100 open startups: conectando startups com estratégias de inovação corporativa

Processo: 17/20524-5
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de agosto de 2018 - 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Administração - Administração de Empresas
Convênio/Acordo: FINEP - PIPE/PAPPE Subvenção
Pesquisador responsável:Bruno Rondani
Beneficiário:Bruno Rondani
Empresa Sede:Allagi Engenharia Ltda. - EPP
CNAE: Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis
Atividades de consultoria em gestão empresarial
Município: São Paulo
Pesquisadores principais:
William Gabriel Chimello D'Aflita
Pesquisadores associados: Carla Depieri Colonna Hamam ; Edilson Dantas Dias ; Felipe Vignon de Castro Rios ; Guilherme Begotti Domingos ; Isabella Silva Frazão ; Melissa Kelly Lima da Silva ; Wevison Ramalho Silva
Assunto(s):Inovação  Pequenas e médias empresas  Administração estratégica  Empreendedorismo 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:CSE - Corporate Startup Engagement | Inovação Aberta | Matchmaking | NaaS - Network as a Service | Redes de Inovação | Startups | Plataforma de gestão de inovação

Resumo

Estamos vivendo uma nova revolução nos modelos de inovação e empreendedorismo. Em 2003, Henry Chesbrough cunhou o termo Open Innovation para denominar o fenômeno da abertura do processo de inovação das grandes empresas em oposição ao modelo tradicional de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) fechado. Em 2011, Eric Ries publicou o método Lean Startup que, associado à metodologia de desenvolvimento do cliente criado por Steve Blank em 2007, passou a ser o novo paradigma para a criação de startups. Ambos os fenômenos vêm alterando em ritmo extremamente acelerado o comportamento do ecossistema de inovação e empreendedorismo mundialmente. A partir de 2015, começaram a emergir os primeiros levantamentos sobre o que se denomina hoje de Corporate Startup Engagement (CSE), com grandes empresas se abrindo para o relacionamento com startups e vice-versa na busca de novos modelos de interação para a cocriação de inovações. Embora práticas de CSE tenham se tornado bastante populares nos últimos anos em diversas regiões do mundo, em especial nas economias mais desenvolvidas, a eficácia das diferentes abordagens observadas ainda não foi comprovada. O presente projeto é resultado da colaboração iniciada em 2013 entre o Centro de Estudo em Private Equity e Venture Capital da FGV-EAESP, o Centro de Open Innovation Brasil - Wenovate, a Allagi Engenharia Ltda e o Senai Nacional. Interessados em desenvolver, testar e validar novas metodologias sobre como se conectar eficiente e sistematicamente comunidades de startups e estratégias de inovação corporativa, estas entidades utilizaram o programa Desafio Brasil como plataforma de pesquisa e desenvolvimento. O Desafio Brasil foi uma competição de startups trazida ao país em 2006 pela Intel e que perdurou por 10 anos até 2015 criando um alto impacto na criação de startups no país. Ao todo foram mais de 3.000 planos de negócios elaborados e avaliados ao longo de sua existência. Durante seus 7 primeiros anos, o Desafio Brasil foi operado baseado em uma metodologia de criação de startups desenvolvida pelo Lester Center da Universidade da Califórnia - Berkeley. A partir de 2013, com a cooperação formada entre as instituições mencionadas, o programa passou a adotar a metodologia denominada Open Startups desenvolvida pela equipe do projeto. Após 3 anos desenvolvimento, testes e validações entre 2013 e 2015, o Desafio Brasil deixa de existir e dá lugar ao programa "100 Open Startups" (100OS). A liderança do programa passa a ser do Wenovate que trouxe para o programa a adesão de mais de 70 grandes empresas como seus mantenedores e da Allagi cuja missão foi prover a tecnologia que suportaria o método criado e suas evoluções. Lançado em dezembro de 2014, o programa 100OS engajou mais de 500 grandes empresas, 4.000 executivos e 3.500 startups. Como resultado do método, foram firmados mais de 600 contratos entre startups e grandes empresas do programa e o programa se tornou uma referência mundial entre praticantes e pesquisadores de CSE. Como resultado desse esforço e entendendo existir ali uma grande oportunidade de negócios, a Allagi decidiu focar toda a sua energia em aprimorar a tecnologia (plataforma digital) e metodologia do programa 100OS e transformá-lo em um produto escalável de classe mundial. (AU)

Matéria(s) publicada(s) no Pesquisa para Inovação FAPESP sobre o auxílio:
Plataforma conecta startups a grandes empresas  
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