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Desenvolvimento de inseticida de contato e dispositivo de aplicação - comprovação de eficiência em larvas de Aedes aegypti

Processo: 17/08690-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de setembro de 2018 - 31 de maio de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Zoologia Aplicada
Pesquisador responsável:Gedeao Klarosk Perez
Beneficiário:Gedeao Klarosk Perez
Empresa:KPG Comércio e Serviços Ltda. - ME
CNAE: Fabricação de desinfestantes domissanitários
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais
Município: Sorocaba
Pesquisadores principais:Isaías Cabrini
Pesq. associados:Margareth de Lara Capurro-Guimarães
Bolsa(s) vinculada(s):18/22901-3 - Desenvolvimento de inseticida de contato e dispositivo de aplicação: comprovação de eficiência em larvas de Aedes Aegypti, BP.PIPE
18/22891-8 - Desenvolvimento de inseticida de contato e dispositivo de aplicação: comprovação de eficiência em larvas de Aedes aegypti, BP.PIPE
Assunto(s):Aedes aegypti  Dengue  Vírus Zika  Inseticidas  Larvicidas  Química verde 

Resumo

O mosquito Aedes aegypti é o principal transmissor da dengue, chikungunya, zika e febre amarela urbana. Dessas doenças, apenas a febre amarela dispõe atualmente de controle imunológico aplicado em larga escala. As vacinas para a dengue e vírus zika atualmente em desenvolvimento, poderão demandar ainda, 2 ou 3 anos até sua distribuição pelo sistema público de saúde. Portanto, o controle vetorial é a única alternativa existente para atenuar o agravamento da crise epidemiológica decorrente dessas doenças. No controle larval do A. aegypti tem sido buscado o emprego de inseticidas seguros para as pessoas e biodegradável, principalmente visando sua aplicação em reservatórios de água potável. Além desses fatores, o período de persistência deve atender às políticas de controle preventivo epidemiológico. Entretanto, o atendimento a esses requisitos por diferentes tipos de larvicidas pode ser considerado deficitário. Como exemplo, podemos citar o biolarvicida Bacillus thuringiensis e os larvicidas baseados no ativo piriproxifeno. O biolarvicida baseado na bactéria Bacillus thuringiensis em que o mecanismo de ação decorre da intoxicação da larva por ativo biossintético embora considerado de utilização segura, apresenta persistência bastante variável. Dependendo da cepa e de sua eventual exposição direta aos raios solares, sua persistência pode variar entre 01 a 11 semanas - inferior aos 120 dias requeridos. No caso dos larvicidas baseados em piriproxifeno, foi verificado que, em seu emprego, pode ocorrer pontos de acúmulo desse ativo no meio ambiente. Colateralmente, esses acúmulos interferem negativamente sobre populações de espécies não alvo, como por exemplo, a eliminação de abelhas polinizadoras. Visando avaliar uma alternativa para esse problema, propomos o desenvolvimento de tecnologia inseticida, baseada em formulações de ativos naturais e derivados biodegradáveis de baixo risco toxicológico as pessoas e ao meio ambiente. Sua ação é baseada em formação de uma fina camada que substitui a interface original ar-água em criadouros perenes, alterando suas características fisicoquímicas. A mortalidade do inseto alvo decorre da periclitação das condições de sobrevivência do inseto e se dá, normalmente, por hipóxia. A tecnologia larvicida proposta compreende dois componentes: 1) Formulação líquida de ativos biodegradáveis com baixo potencial de risco colateral em humanos, animais ou meio ambiente, e 2) Dispositivo dispensador com elemento restritor de fluxo para a liberação contínua e controlada de microdosagens da solução em reservatórios d'água. Dessa forma, é possível a obter um controle vetorial preventivo eficaz por períodos ajustáveis de persistência. (AU)

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