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Sobre a distribuição de velocidade estelar na vizinhança do sol com dados de Gaia DR2

Processo: 18/18383-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de outubro de 2018 - 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astronomia de Posição e Mecânica Celeste
Pesquisador responsável:Tatiana Alexandrovna Michtchenko
Beneficiário:Tatiana Alexandrovna Michtchenko
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Dinâmica estelar 

Resumo

Objetivo deste trabalho é contribuir para o nosso entendimento da distribuição de velocidades estelares na vizinhança do Sol (SN). O modelo aplicado do disco Galáctico e dos braços espirais , com parâmetros definidos por observações e com velocidade-padrão de $\Omega_p=$28.0\,km\,s$^{-1}$\,kpc$^{-1}$, é o mesmo usado para explicar a origem do Braço Local e da órbita do Sol, capturada na ressonância de corrotação (CR). Mostramos que o retrato U-V da SN consiste de principal componente, associado a CR, e estruturas interna e externa, quais associamos a Hercules e Sirius, respectivamente. Os grupos Coma-Berenices e Hyades-Pleiades e Sol pertencem ao componente principal. Subestruturas de Hercules estão formadas por ressonâncias internas 8/1, 12/1, e 6/1 de Lindblad, quando Sirius é formado por ressonâncias externas -8/1, -12/1, -16/1 de Lindblad. Essa requeza em ressonâncias existe apenas próximo a corrotação, que deve ser dos braços espirais e não da barra Galáctica, cuja zona de corrotação está longe do Sol. As predições do modelo estã em boa concordância com Gaia DR2. (AU)

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