| Processo: | 17/15935-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Pesquisador responsável: | Samara Eberlin |
| Beneficiário: | Samara Eberlin |
| Empresa: | Kosmoscience Consultoria e Assessoria Técnica em Cosméticos Ltda (KosmoScience) |
| CNAE: |
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais
|
| Assunto(s): | Pele Anormalidades da pele Alternativas ao uso de animais Dermocosméticos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Métodos Alternativos | Oecd 431 | Oecd 439 | Pele ex vivo | Métodos Alternativos |
Resumo
O desenvolvimento de abordagens alternativas para ensaios de segurança e eficácia de produtos destinados ao uso humano que evitem a utilização de animais é uma tendência mundial que reflete diretamente no aprimoramento de modelos e ferramentas que reflitam mais de perto a biologia humana. O compromisso brasileiro com a implantação e validação destes métodos alternativos resultaram, em 2012, na criação da Rede Nacional de Métodos Alternativos e do Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos. Com isso estabeleceu-se que até o ano de 2019 os animais utilizados para estudos de irritação e corrosão da pele devem ser completamente substituídos pelos respectivos métodos alternativos (OECD TG 439 e OECD TG 431). Para ambos os métodos são validados modelos de pele equivalente específicos, disponíveis comercialmente, porém a aquisição dos mesmos no Brasil é inviável devido ao longo tempo no processo de importação e curto tempo de viabilidade tecidual. Atualmente um destes modelos é produzido no Brasil, porém não pode ser comercializado devido a limitações legais. Neste sentido, nosso trabalho consiste na padronização de um sistema-teste utilizando fragmentos de pele ex vivo provenientes de cirurgia plástica eletiva, com alta reprodutibilidade, que, futuramente, possa ser validado para os ensaios alternativos de irritação e corrosão cutânea, sendo uma ferramenta mais fidedigna aos mecanismos biológicos da pele humana, quando comparado à pele reconstruída, e ao mesmo tempo esteja em consonância com a não utilização de animais em pesquisa. Adicionalmente serão realizados os ensaios TG 431 E TG 439 utilizando quatro produtos preconizados pela OECD. (AU)
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