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Biosensores RFID para detecção de bactérias e fungos causadores de infecções hospitalares

Processo: 17/22645-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de outubro de 2018 - 30 de junho de 2019
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Gabriela Byzynski Soares
Beneficiário:Gabriela Byzynski Soares
Empresa:Nanochemtech Ltda
CNAE: Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais
Atividades de atendimento hospitalar
Atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica
Município: São José do Rio Preto
Bolsa(s) vinculada(s):18/19488-7 - Biosensores RFID para detecção de bactérias e fungos causadores de infecções hospitalares, BP.PIPE
Assunto(s):Aptâmeros de nucleotídeos  Técnicas biossensoriais  Óxido de grafeno  Dispositivo de identificação por radiofrequência  Infecção hospitalar  Bactérias  Fungos 

Resumo

Um grande problema nacional para saúde coletiva são infecções hospitalares e alguns fatores como deficiência diagnóstica e utilização de práticas menos eficientes de terapias podem agravar o índice de infecções hospitalares. As infecções hospitalares resultam em um aumento de tempo de internação do paciente e também da taxa de mortalidade, já que o uso de antibióticos sem análise prévia de eficácia e seletividade para a infecção é constante. A utilização de antibiogramas para definir qual patógeno está causando a infecção requer um tempo longo, de cinco a quinze dias, prejudicando o tratamento médico e promovendo utilização de antibióticos e antifúngicos de largo espectro indiscriminadamente. Detecção rápida e adequada de patógenos é o objetivo essencial de diagnósticos de doenças. Assim, este projeto PIPE tem como objetivo identificar a viabilidade de produção de um biosensor suportado sobre RFID (Radio Frequency Identification) depositado em suporte plástico, com o objetivo de detecção rápida e barata dos principais agentes infecciosos capazes de gerar quadros de contaminação hospitalar. Os biosensores serão construídos sobre etiquetas RFID comerciais pela deposição de um filme de óxido de grafeno reduzido (rGO) e aptâmeros como bio-receptores. Com a utilização de filme de rGO no biosensor, visa-se obter um dispositivo mais biocompatível, facilitando a deposição sobre o filme de rGO do aptâmero, além de melhorias no sinal elétrico do biosensor. O aptâmero como bio-receptor viabiliza a utilização do biosensor em diversificadas condições ambientais, como alteração de temperatura e umidade. Além disso, o biosensor será seletivo para cada patógeno. O filme de rGO assim como o aptâmero serão depositados por spray em ambiente controlado. A leitura remota facilita a identificação de possíveis contaminações, dando informação rápida a equipes médicas para tomada de ações preventivas e para tratamento. Objetiva-se utilizar esse biosensor em formas de tiras reagentes descartáveis e por isso, o mesmo será suportado sob filmes plásticos espessos comercial. Assim, o biosensor de rGO com aptâmeros depositados sobre etiquetas RFID pode ajudar na detecção prévia de microrganismo patógenos causadores de infecções hospitalares, resultando em ajustáveis, rápidas e melhores condições de tratamentos para cada paciente. (AU)

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