| Processo: | 18/06865-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Andrey Jorge Serra |
| Beneficiário: | Andrey Jorge Serra |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Jose Renato Dias Oliveira Pinto ; Paulo de Tarso Camillo de Carvalho ; Paulo Jose Ferreira Tucci |
| Assunto(s): | Células-tronco Fisiologia cardiovascular Infarto do miocárdio Terapia a laser de baixa intensidade Remodelação ventricular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células tronco | Fotobiomodulação | infarto do miocárdio | remodelamento cardíaco | Fisiologia Cardiovascular |
Resumo
O infarto do miocárdio causa perda irreversível de cardiomiócitos, o que resulta em remodelamento cardíaco adverso e insuficiência cardíaca (IC). Considerando que a capacidade intrínseca de reparo do miocárdio é ínfima e que mesmo com o arsenal terapêutico disponível a morbimortalidade por IC permanece elevada, a pesquisa por alternativas mais efetivas para atenuar o remodelamento cardíaco pós-infarto impera na literatura. Nesse cenário, o transplante de células tronco mesenquimais (CTMs) constitui estratégia promissora para restaurar a função cardíaca, pois essas células expandem-se facilmente ex vivo e têm capacidade de diferenciação para células endoteliais e cardiomiócitos in vitro. Além disso, as CTMs possuem ação imunomoduladora importante e secretam múltiplos fatores pró-angiogênicos e anti-apoptóticos que beneficiam o remodelamento cardíaco pós-infarto. Embora em linhas gerais estudos experimentais e clínicos ilustrem benefícios das CTMs no coração infartado, existem achados destoantes. Pesa como motivo dessa incoerência a baixa aderência celular no órgão e a morte celular decorrente do microambiente inóspito que se estabelece no miocárdio infartado. Dessa forma, há necessidade de investigar ferramentais hábeis para potencializar a quantidade de CTMs no tecido e aumentar a resistência celular ao microambiente hostil e, por conseguinte, a eficiência da terapia. Assim, por meio do uso de um modelo pré-clínico de infarto do miocárdio em ratos, investigaremos: (1) se o estímulo com diodo emissor de luz (LED) potencializa a viabilidade e proliferação e a secreção de citocinas inflamatórias e fatores de crescimento das CTMs. Adicionalmente, analisaremos diferentes parâmetros de irradiação para determinar um padrão que imponha efeitos biológicos benéficos mais evidentes; e (2) se a pré-irradiação in vitro com LED melhora ação terapêutica das CTMs transplantadas no coração infartado. (AU)
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