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Fragmentação socioespacial e urbanização brasileira: escalas, vetores, ritmos e formas FragUrb

Processo: 18/07701-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de novembro de 2018 - 31 de outubro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Pesquisador responsável:Maria Encarnação Beltrão Sposito
Beneficiário:Maria Encarnação Beltrão Sposito
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Pesquisadores principais:Eda Maria Góes ; Eliseu Savério Sposito ; Everaldo Santos Melazzo
Pesq. associados:Antonio Henrique Bernardes ; Arthur Magon Whitacker ; Carlos Henrique Costa da Silva ; Catherine Chatel ; Cleverson Alexsander Reolon ; Igor de França Catalão ; José Sobreiro Filho ; Luciano Antonio Furini ; Márcio José Catelan ; Marcus Vinicius Mariano de Souza ; Maria Angélica de Oliveira Magrini ; Maria José Martinelli Silva Calixto ; Nécio Turra Neto ; Patricia Helena Milani ; Patrícia Maria de Jesus ; Sergio Moreno Redón ; Vitor Koiti Miyazaki ; Wagner Vinicius Amorim
Bolsa(s) vinculada(s):19/22190-2 - Urbanização e cidades médias do Brasil e do Reino Unido. fragmentação e desigualdades socioespaciais em múltiplas escalas, BE.PQ
19/24029-4 - Fragmentação socioespacial no contexto de pequenas cidades em regiões metropolitanas: os casos de Paiçandu e Sarandi(PR), BP.IC
19/19765-3 - Políticas públicas urbanas: as Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) e o processo de fragmentação socioespacial, BP.IC
+ mais bolsas vinculadas 19/18533-1 - Cidades médias, centro e centralidade e suas implicações na lógica socioespacial fragmentária em diferentes formações socioespaciais: Chapecó, Dourados, Ituiutaba, Mossoró e Marabá, BP.PD
19/16989-8 - Fragmentação socioespacial, planejamento urbano e a renda da terra: a produção da cidade de Maringá/PR, BP.MS
19/10241-1 - A trajetória da MRV: produção imobiliária e reescalonamento espacial, BP.IC
18/23288-3 - Cuzco (Peru) e Cartagena de índias (Colômbia): centralidades, práticas espaciais e fragmentação socioespacial, BP.PD
19/05179-5 - Autossegregação socioespacial na aglomeração urbana de Araçatuba, BP.MS
19/05315-6 - Mercado de terras urbanas e produção da habitação no contexto de diferentes formações socioespaciais, BP.PD
19/04430-6 - Desdobramentos da lógica socioespacial fragmentária sobre o par espaço público-espaço privado em Chapecó-SC, Marabá-PA e Mossoró-RN, BP.PD
19/05225-7 - Mercado de terras urbanas e produção da habitação no contexto de diferentes formações socioespaciais, BP.PD
19/09247-5 - Idealização e montagem da plataforma de gerenciamento da informação geográfica (PGIG) da pesquisa, BP.TT
19/04385-0 - Diferenças, desigualdades e cotidiano urbano: paradigmas para leitura e reflexão sobre a dimensão espacial de processos sociais, BP.PD
19/09523-2 - Padrões de localização das atividades econômicas nas cidades médias brasileiras: Mossoró, Marabá, Dourados e Maringá, BP.IC
19/08318-6 - Apoio à organização e registro dos grupos de diálogo, BP.TT
19/09852-6 - Práticas espaciais e cotidiano urbano na periferia da metrópole de São Paulo: os usos e apropriações do espaço, segundo diferentes grupos etários e temporalidades, BP.IC
19/04392-7 - Fragmentação socioespacial e urbanização brasileira: escalas, vetores, ritmos, formas e conteúdos, BP.PD
19/09945-4 - Desdobramentos da lógica socioespacial fragmentária sobre o para espaço público-espaço privado em Maringá-PR e Ribeirão Preto-SP, BP.IC
19/04365-0 - Desdobramentos da lógica socioespacial fragmentária sobre o par espaço público-espaço privado em Dourados-MS, Ituiutaba-MG, Maringá-PR e Ribeirão Preto-SP, BP.PD
19/09982-7 - Desdobramentos da lógica socioespacial fragmentária sobre o par espaço público-espaço privado em Dourados-MS e Ituiutaba-MG, BP.IC
19/02849-0 - As vozes da fragmentação socioespacial: uma análise a partir da (i)mobilidade e da (in)acessibilidade urbanas dos citadinos periféricos residentes em Ribeirão Preto - SP, BP.MS
19/10121-6 - Práticas espaciais e cotidiano urbano na periferia da metrópole de São Paulo: os usos e apropriações do espaço, segundo diferentes grupos etários e temporalidades, BP.IC
19/04664-7 - Práticas espaciais e cotidiano: paradigmas para leitura e reflexão sobre a dimensão espacial de processos sociais, BP.PD
19/06433-2 - Padrões de localização das atividades econômicas nas cidades médias brasileiras: Ribeirão Preto, Presidente Prudente, Ituiutaba e Chapecó, BP.IC
19/07772-5 - Fragmentação socioespacial e urbanização brasileira: escalas, vetores, ritmos, formas e conteúdos (FragUrb), BP.IC
18/20124-0 - Fragmentação socioespacial, um processo em curso: o caso de Maringá (PR), BP.IC - menos bolsas vinculadas
Assunto(s):Cidades médias  Atividades cotidianas  Urbanização  Centralidade 

Resumo

A diferenciação socioespacial em cidades brasileiras vem se aprofundando e aponta para a constituição do processo de fragmentação socioespacial. A origem dele está vinculada à predominância de lógicas e subjetivações neoliberais que se antepõem à ideia de direito à cidade. Esse projeto visa compreender, no plano da cidade e do urbano, como a lógica socioespacial fragmentária altera o conteúdo da diferenciação e das desigualdades, redefinindo os sentidos do direito à cidade. Este objetivo central desdobra-se em quatro planos analíticos: i) passagem da lógica socioespacial centro-periférica para a lógica socioespacial fragmentária; ii) interpretação da fragmentação socioespacial por meio das formas contemporâneas de diferenciação e desigualdade, a partir das práticas associadas ao cotidiano urbano; iii) desdobramentos da lógica socioespacial fragmentária sobre o par espaço público/espaço privado; iv) papel das instituições políticas, dos agentes econômicos hegemônicos e dos sujeitos sociais não hegemônicos. Para conduzir a pesquisa foram eleitas cinco dimensões empíricas a partir das quais o processo de fragmentação socioespacial será analisado: habitar, trabalhar, consumir, lazer e mobilidade. Serão estudadas cidades de diferentes formações socioespaciais: Chapecó/SC, Dourados/MS, Ituiutaba/MG, Marabá/PA, Maringá/PR, Mossoró/RN, Presidente Prudente/SP, Ribeirão Preto/SP e São Paulo/SP, além de cidades pequenas vinculadas a estas e que serão identificadas no decorrer da pesquisa. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Pós-doutorado em Geografia na Unesp com bolsa da FAPESP 
Cidades médias com grandes desigualdades