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Um estudo comparativo de beija-flores e galinhas fornece uma visão mecanicista sobre o papel do dipeptídeo contendo histidina no metabolismo do músculo esquelético

Processo: 18/20254-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de novembro de 2018 - 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Eimear Bernadette Dolan
Beneficiário:Eimear Bernadette Dolan
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Vinculado à bolsa:17/09635-0 - Fatores que determinam o conteúdo de carnosina no músculo esquelético humano: influência da idade e do sexo, BP.PD
Assunto(s):Metabolismo  Carnosina 

Resumo

Os dipeptideos contendo histidina (HCDs) têm numerosas propriedades ergogénicas e terapêuticas, mas o seu papel principal no músculo esquelético permanece incerto. As funções potenciais incluem regulação do pH, proteção contra espécies reativas de oxigênio / nitrogênio ou regulação de Ca2 +. Em reconhecimento ao desafio de isolar processos fisiológicos in-vivo, empregamos uma abordagem de fisiologia comparativa para investigar o mecanismo primário de ação de HCD no músculo esquelético. Selecionamos duas espécies de aves (ou seja, beija-flores e galinhas), que representavam os extremos dos processos fisiológicos nos quais os HCDs provavelmente funcionam. Nossos achados indicam que as HCDs não são essenciais para o desenvolvimento de músculos altamente oxidativos e contráteis, devido ao seu conteúdo muito baixo no músculo esquelético dos beija-flores. Em contraste, sua abundância no músculo glicolítico de galinha indica que eles são importantes na bioenergética anaeróbica como reguladores de pH. Esses achados fornecem novas evidências sobre o papel do HCD no músculo esquelético, o que poderia informar intervenções múltiplas, da saúde ao alto desempenho. (AU)