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Desenvolvimento de nanopartículas poliméricas contendo própolis vermelha brasileira e avaliação antitumoral in vitro e in vivo em cânceres urológicos

Processo: 18/13465-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2018 - 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia
Pesquisador responsável:Priscyla Daniely Marcato Gaspari
Beneficiário:Priscyla Daniely Marcato Gaspari
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados:Jairo Kenupp Bastos ; Kamilla Swiech Antonietto ; Ricardo Carneiro Borra
Assunto(s):Neoplasias da próstata  Nanotecnologia  Neoplasias da bexiga  Nanopartículas poliméricas 

Resumo

Os cânceres urológicos representam um grande problema de saúde pública com altas taxas de mortalidade. Os cânceres de próstata (CP), bexiga (CB) e testículos são os mais comuns, representando mais de 90% dos casos de cânceres urológicos. A eficácia das terapias para CP e CB são baixas com altas taxas de recorrência e efeitos adversos. Desta forma, há uma procura por novas estratégias terapêuticas como, por exemplo, os produtos naturais. A própolis, resultado da coleta das abelhas Apis mellifera, é uma substância resinosa, usada popularmente no tratamento de infecções e tem se mostrado como um potencial agente antitumoral. Em especial, a própolis vermelha brasileira (PVB), cultivada, em maioria no estado do Alagoas, tem se destacado como potencial agente antiproliferativo. Entretanto, devido as propriedades físico-químicas desfavoráveis dos produtos naturais, como baixa solubilidade em água, instabilidade, baixa biodisponibilidade, curta meia-vida etc, o encapsulamento de compostos em nanopartículas é uma estratégia interessante. Nesta linha, o presente projeto visa o desenvolvimento e caracterização de nanopartículas de poli(ácido lático) (PLA) contendo PVB e sua avaliação biológica in vitro e in vivo em modelo de câncer de bexiga e de próstata. O extrato de PVB será caracterizado por UPLC-PDA-MS. As nanopartículas serão obtidas pelo método da nanoprecipitação e serão caracterizadas por diferentes técnicas. Após essas avaliações e otimização do processo de preparo da formulação, ensaios in vitro em modelo de cultivo de células de câncer de bexiga e de próstata 2D e 3D serão realizados, assim como ensaios moleculares. A eficácia e toxicidade in vivo serão realizadas em modelos xenotransplantados de CB e CP. Desta forma, espera-se, além do desenvolvimento de uma formulação nanoestruturada para o tratamento futuro de CB e CP com o produto natural PVB, o desenvolvimento de uma plataforma de estudos de citotoxicidade de nanoestruturas em 3D e avaliação da eficácia e toxicidade da PVB in vivo nos modelos de CB e CP que até o presente momento nunca foi investigada. (AU)

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