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Tropismo das células-tronco mesenquimais para células-tronco CD133+ de glioblastoma e promoção da proliferação tumoral in vivo

Processo: 18/21820-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de novembro de 2018 - 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Lorena Favaro Pavon Porfirio
Beneficiário:Lorena Favaro Pavon Porfirio
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Oncologia  Transformação celular neoplásica 

Resumo

Resumo: Estudos prévios demonstraram notável tropismo de células-tronco mesenquimais (MSCs) em relação a gliomas malignos, tornando essas células um potencial veículo para a liberação de agentes terapêuticos para glioblastoma (GBM). No entanto, a contribuição das CTMs para a progressão tumoral ainda é controverso. Tem sido sugerido que células-tronco CD133 + GBM secretam uma variedade de quimiocinas, incluindo monócitos proteína quimiotática-1 (MCP-1 / CCL2) e fator-1 derivado de células estromais (SDF-1 / CXCL12), que podem atuar nesse tropismo. No entanto, o papel na modulação deste tropismo da subpopulação de células CD133 +, que inicia GBM e os mecanismos subjacentes ao tropismo de MSCs para células CD133 + GBM e seus efeitos sobre o desenvolvimento do tumor, permanecem pouco definidas.Métodos / Resultados: Descobrimos que MSCs isoladas e cultivadas (MSCs de cordão umbilical humano) expressam CCR2 e CXCR4, os respectivos receptores para MCP-1 / CCL2 e SDF-1 / CXCL12; e demonstraram, in vitro, que MCP-1 / CCL2 e SDF-1 / CXC12, secretados por células CD133 + GBM de culturas de células primárias, induzem a migração de MSCs. Além disso, confirmamos que após o estabelecimento in vivo do tumor GBM, por implantação estereotáxica das células CD133 + GBM marcadas com Qdots (705nm), MSCs marcadas com nanopartículas de óxido de ferro multimodais (MION) conjugadas com Rodamina-B (Rh-B) (MION-Rh), infundidas pela veia caudal, conseguiram atravessar a barreira hematoencefálica do animal e migrar para a região do tumor. A avaliação histológica de GBM mostrou que os grupos que receberam MSC demonstraram maior invasão glial, detecção células em divisão e proliferação tumoral. Conclusões: Portanto, neste estudo validamos o efeito quimiotático de MCP-1 / CCL2 e SDF-1 / CXCL12 na mediação da migração de MSCs para células CD133 + GBM. No entanto, observamos que, após a infiltração do tumor, as MSCs promovem o crescimento tumoral in vivo, provavelmete pela liberação de exossomos. Assim, o uso dessas células como uma estratégia terapêutica para direcionar células GBM deve ser abordado com cautela. (AU)

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