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Avaliando o impacto das emissões atmosféricas relacionadas à produção e uso de etanol na perspectiva das atuais políticas públicas de biocombustíveis

Processo: 18/16554-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2018 - 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química
Pesquisador responsável:Maria Lúcia Arruda de Moura Campos
Beneficiário:Maria Lúcia Arruda de Moura Campos
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados:Adalgiza Fornaro ; Bruno Spinosa de Martinis ; Roberta Cerasi Urban
Assunto(s):Políticas públicas  Água de chuva  Material particulado  Ciclos biogeoquímicos  Etanol  Química atmosférica 

Resumo

Recentemente, uma nova política nacional foi implementada a fim de incentivar a produção e uso de etanol combustível. Se por um lado a emissão de carbono renovável é desejável, por outro, a emissão de derivados de etanol eleva a toxicidade da atmosfera, e aumenta o potencial de formação de ozônio, um dos principais problemas de saúde pública na região metropolitana de São Paulo. Apesar da queima da cana estar praticamente banida no estado de São Paulo, a queima de biomassa ainda é frequente no seu interior, e em outros estados do Brasil, incluindo áreas de florestas. O objetivo deste projeto é investigar o possível impacto das emissões atmosféricas relacionadas a produção e uso de etanol combustível. Para tal serão coletadas amostras de gases, material particulado (MP) fino e grosso, e água de chuva de diversas partes do Brasil, quantificando as espécies: etanol, metanol, acetaldeído, peróxido de hidrogênio (fase gasosa e chuva), íons majoritários solúveis, nitrogênio orgânico (chuva e MP), levoglucosano e HPAs (MP), incluindo o reteno que apresentou concentração média 18 vezes maior no MP de regiões canavieiras do que em amostras coletadas no arco de desmatamento da Amazônia. As amostragens serão realizadas em Ribeirão Preto, São Paulo, Curitiba, Cunha (SP) e na região Amazônica, de acordo com os objetivos traçados para cada localidade. Uma melhor compreensão da dinâmica do etanol e de espécies correlatas na atmosfera de regiões brasileiras, não tem apenas implicações regionais, mas se amplia para a esfera global, tendo em vista a expansão do uso deste combustível em outros países. (AU)

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