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Segurança hídrica no Aquífero Guarani em São Paulo, Brasil

Processo: 18/15237-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2018 - 31 de outubro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Convênio/Acordo: Consórcio de Alberta, Laval, Dalhousie e Ottawa (CALDO)
Pesquisador responsável:Edson Cezar Wendland
Beneficiário:Edson Cezar Wendland
Pesq. responsável no exterior: Roy Brouwer
Instituição no exterior: University of Waterloo, Canadá
Instituição-sede: Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/03806-1 - Disponibilidade hídrica e riscos de contaminação em áreas de afloramento do Sistema Aquífero Guarani, AP.BIOEN.TEM
Assunto(s):Águas subterrâneas  Hidrogeologia 

Resumo

O Sistema Aquífero Guarani (SAG) é um dos aquíferos transfronteiriços mais importantes do mundo, localizado em partes de quatro países da América do Sul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai). As águas subterrâneas têm aproximadamente 10.000 anos e na parte central, até 120.000 anos. Sua área é estimada em 1,2 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 71% (839.800 km2) estão localizados no Brasil, 19% (225.500 km2) na Argentina, 6% (71.700 km2) no Paraguai e 4% (45.000 km2) no Uruguai. Aproximadamente 15 milhões de pessoas vivam sobre a área de ocorrência do aquífero. Estima-se que o aquífero contenha cera de 37.000 km3 de água, o que corresponde a um volume maior que os Grandes Lagos no Canadá, com uma taxa de recarg de 166 km³/ano a partir da precipitação. A área do SAG no Brasil [e igual a aproximadamente 80% da província de Ontario no Canadá e se estende ao longo de 8 estados brasileiros e 1.443 municípios com demanda crescente de água para uso urbano, industrial e agrícola.Devido à importância estratégica, social e econômica do aquífero para os quatros países, é fundamental entender seus mecanismos de recarga. No entanto, existem poucos estudos hidrogeológicos que focam na hidrologia, monitoramento de contaminação e modelação dos mecanismos de recarga do SAG. Adicionalmente, existe uma necessidade urgente de definir estratégias de gerenciamento sustentável do SAG, de forma a atender as demandas atuais e futuras de água. (AU)