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Imagens de faces, extração de características e reconhecimento de padrões: métodos computacionais para avaliação de dor em recém-nascidos

Processo: 18/13076-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2018 - 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Ciência da Computação - Metodologia e Técnicas da Computação
Pesquisador responsável:Carlos Eduardo Thomaz
Beneficiário:Carlos Eduardo Thomaz
Instituição-sede: Campus de São Bernardo do Campo. Centro Universitário da FEI (UNIFEI). Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros (FEI). São Bernardo do Campo , SP, Brasil
Pesq. associados:Marina Carvalho de Moraes Barros ; Rita de Cássia Xavier Balda ; Ruth Guinsburg ; Tatiany Marcondes Heiderich
Assunto(s):Dor  Reconhecimento de padrões 

Resumo

Estima-se que mais de 500 intervenções dolorosas são realizadas na internação de um recém-nascido em uma unidade de terapia intensiva. Nestas situações, no entanto, existe grande dificuldade em identificar dor, pois não há a possibilidade de comunicação verbal direta e objetiva, como acontece usualmente entre adultos. Ao longo dos últimos anos, estudos de avaliação de dor têm permitido a investigação e a criação de métodos não-invasivos que possibilitam acompanhamento automático do estímulo doloroso em recém-nascidos. Neste contexto, as alterações da mímica facial têm ocupado papel de destaque na literatura científica afim e na prática clínica, pois explicitam não somente a presença de dor, mas também as informações relevantes sobre o estado emocional do recém-nascido. O objetivo deste projeto é desenvolver um arcabouço computacional de interpretação e reconhecimento de padrões em imagens de faces para avaliação automática de dor em recém-nascidos. Mais especificamente, este projeto irá se concentrar na investigação, implementação e integração de técnicas de detecção, segmentação, normalização espacial e classificação de imagens de faces, baseadas em informação extraída por mineração dos dados e percepção cognitiva. O banco de imagens de faces de recém-nascidos foi criado por grupo de pesquisa especialista neste tema e colaborador do presente projeto. Acredita-se que o processamento computacional mais abrangente das alterações da mímica facial irá permitir aos profissionais de saúde uma melhor compreensão sobre as especificidades dos sinais faciais emitidos pelo recém-nascido diante do estímulo doloroso, ajudando, consequentemente, a prática clínica em questão. (AU)