| Processo: | 18/11419-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Pesquisador responsável: | Mara Cristina Pinto |
| Beneficiário: | Mara Cristina Pinto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Pesquisadores associados: | Danilo Ciccone Miguel ; Otavio Henrique Thiemann |
| Assunto(s): | Ecologia química Flebotomíneos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atratividade | Flebotomíneos | proteínas de odor | Ecologia química |
Resumo
A resposta olfativa em insetos é iniciada pela recepção de compostos químicos pelas antenas que serão transportados aos neurônios por meio de proteínas de odor, tambem conhecidas como Odorant Binding Proteins (OBPs), desencadeando comportamentos de aproximação ou repelência do inseto. Os estudos em ecologia química investigam os aspectos envolvidos nesse proceso tais como: identidade dos compostos químicos, a interação molecular e os comportamentos desencadeados. Para os flebotomíneos, vetores dos agentes etiológicos de diversas doenças, a área de ecologia química ainda apresenta avanços embrionários se comparada aos estudos desenvolvidos com insetos de pragas agrícolas ou com outros grupos de insetos hematófagos, como os culicídeos. O presente projeto será dividido em duas partes e tem como proposta avançar nos estudos de ecologia química para flebotomíneos em três principais aspectos: avaliação da resposta comportamental de flebotomíneos para hospedeiros infectados ou não com Leishmania spp; identificação dos compostos voláteis produzidos por esses dois grupos de hospedeiros; expressão, purificação e caracterização biofísica de OBPs. Para a parte dos ensaios comportamentais e identificação de compostos voláteis, serão utilizados hamsters infectados com Leishmania braziliensis e uma de suas espécies vetoras, Nyssomyia neivai. A parte molecular será focada na espécie vetora da leishmaniose visceral Lutzomyia longipalpis. Será dada continuidade a um estudo que identificou as sequências de OBPs de Lu. longipapis mas não as expressou. Pretende-se expressar e caracterizar essas proteínas para futuramente encontrar possíveis compostos ligantes que possam desencadear respostas comportamentais de atração ou repelência desses insetos. (AU)
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