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Efeito da lipemia pós-prandial sobre os parâmetros de estresse oxidativo caninos

Processo: 18/18220-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2018 - 30 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Breno Fernando Martins de Almeida
Beneficiário:Breno Fernando Martins de Almeida
Instituição-sede: Faculdades Integradas de Ourinhos (FIO). Fundação Educacional Miguel Mofarrej. Ourinhos , SP, Brasil
Pesq. associados:Beatriz Perez Floriano ; Luiz Daniel de Barros ; Paulo César Ciarlini
Assunto(s):Antioxidantes 

Resumo

A lipemia está entre as principais causas de rejeição de amostras nos laboratórios clínicos veterinários, interferindo nas determinações bioquímicas obtidas por espectrofotometria. Recentemente, nosso grupo de pesquisa detectou que a lipemia fisiológica pós-prandial causa erros de interpretação clínica em várias determinações bioquímicas rotineiras caninas. Entretanto, pouco se conhece o efeito da lipemia sobre os parâmetros de estresse oxidativo caninos, marcadores que vêm sendo amplamente utilizados em projetos de pesquisa veterinários. Considerando que a lipemia nem sempre pode ser evitada na veterinária, o presente trabalho poderá guiar critérios de aceitação ou rejeição de amostras lipêmicas para as determinações de estresse oxidativo em cães, principalmente em condições fisiológicas pós-prandiais. O presente trabalho terá como objetivo avaliar o efeito da lipemia pós-prandial sobre as determinações de estresse oxidativo caninas, comparando-as às alterações causadas pela lipemia in vitro simulada com solução lipídica comercial em níveis semelhantes aos obtidos in vivo. No estudo serão selecionados 15 cães saudáveis, que no ensaio in vivo, a lipemia pós-prandial será induzida e comparada a dois momentos não lipêmicos: um dia antes e um dia após a indução da lipemia pós-prandial, com colheita das amostras sempre no mesmo horário do dia. Para o ensaio in vitro, amostras não lipêmicas desses animais após jejum de 12 h serão acrescidas de solução lipídica comercial simulando concentrações de triglicerídeos similares aos valores mínimo, médio e máximo obtidas no estudo in vivo. As análises bioquímicas serão realizadas em espectrofotômetro automatizado utilizando metodologia previamente publicada, sendo determinada a capacidade antioxidante total por três métodos (capacidade antioxidante equivalente a trolox, capacidade de redução férrica do plasma e capacidade antioxidante cúprica redutora), capacidade oxidante total, peroxidação lipídica pelas substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico, além dos antioxidantes ácido úrico, albumina e bilirrubinas determinados por reagentes comerciais. As variáveis serão testadas quanto à normalidade e serão utilizados testes de ANOVA com medidas repetidas e pós-teste de Dunnet ou Friedman com pós-teste de Dunn para verificar as diferenças entre os grupos. (AU)

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