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Comparação entre os mecanismos subjacentes aos efeitos da estimulação repetitiva periférica sobre o desempenho motor do membro superior nas fases subaguda e crônica após o acidente vascular cerebral

Processo: 18/03737-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2018 - 30 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Adriana Bastos Conforto
Beneficiário:Adriana Bastos Conforto
Instituição-sede: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein (SBIBAE). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Benjamim Wolf Handfas ; Edson Amaro Junior ; Gisele Sampaio Silva ; Suzete Nascimento Farias da Guarda
Auxílios(s) vinculado(s):19/00956-3 - Efeitos neuroprotetores da neuromodulação no acidente vascular cerebral na fase aguda, AP.R
Bolsa(s) vinculada(s):19/05183-2 - Comparação entre os mecanismos subjacentes aos efeitos da estimulação repetitiva periférica sobre o desempenho motor do membro superior nas fases subaguda e crônica após o acidente vascular cerebral, BP.TT
19/07743-5 - Comparação entre os mecanismos subjacentes aos efeitos da estimulação repetitiva periférica sobre o desempenho motor do membro superior nas fases subaguda e crônica após o acidente vascular cerebral, BP.TT
Assunto(s):Neurologia  Acidente vascular cerebral  Neuroimagem  Paresia  Neuromodulação  Plasticidade neuronal  Reabilitação (terapêutica médica) 

Resumo

A paresia do membro superior é o tipo mais frequente de comprometimento neurológico após o acidente vascular cerebral (AVC) e uma das principais causas de incapacidade funcional. A estimulação elétrica periférica repetitiva (EPR) é uma estratégia de vanguarda para melhorar o desempenho motor do membro superior na fase crônica pós-AVC mas seus efeitos na fase subaguda ainda são pouco conhecidos. Processos de plasticidade e respostas a intervenções de neuromodulação são diferentes nestas duas fases. Os objetivos deste estudo são comparar os efeitos da EPR sobre o desempenho motor do membro superior nas fases subaguda e crônica do AVC, e identificar os mecanismos subjacentes a essa intervenção. Adultos nos primeiros 3 meses pós-AVC (fase subaguda, n=36) e após 6 meses (fase crônica, n=36) serão randomizados para tratamento com EPR ativa ou placebo, seguido de treino motor. Os desempenhos no teste de Jebsen Taylor (JTT) e no teste de força de pinça lateral serão avaliados antes, após a EPR e após o treino motor. Todos os resultados serão avaliados de forma encoberta. Ambos os grupos serão submetidos a imagens de perfusão e a espectroscopia por ressonância magnética para medida de ácido aminobutírico no córtex motor, para investigar mecanismos subjacentes à EPR. Este estudo preencherá uma lacuna na compreensão de semelhanças e diferenças entre os efeitos da EPR em diferentes fases pós-AVC, possibilitando o desenho de ensaios clínicos de acordo com efeitos neurobiológicos e marcadores de resposta favorável a essa intervenção. (AU)