| Processo: | 18/08715-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2019 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Civil - Estruturas |
| Pesquisador responsável: | Carlos Leonardo Herrera Munoz |
| Beneficiário: | Carlos Leonardo Herrera Munoz |
| Empresa: | Geoondas Inovações Geofísicas e Big Data Ltda |
| CNAE: |
Outras atividades de telecomunicações
Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis Atividades profissionais, científicas e técnicas não especificadas anteriormente |
| Pesquisadores associados: | Edgar Rodolfo Rondán Sanabria ; Walter Americo Arellano Espinoza |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/24424-8 - Plataforma web para monitoração em tempo real de estruturas de Engenharia Civil usando rede de sensores sem fio: deformação, aceleração, rotação, temperatura, posicionamento e vibrações (Grades de Bragg em fibra óptica), BP.PIPE |
| Assunto(s): | Cidades inteligentes Internet das coisas Sensoriamento remoto Rede de sensores sem fio Redes de monitoramento |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | IoT Smart Cities | LoRa LoRaWAN | monitoramento de integridade estrutural | Rede de Sensores Sem Fio para SHM | Sensoriamento óptico | Shm | Monitoramento de Integridade Estrutural |
Resumo
Os avanços tecnológicos da Engenharia Civil, permitiram a construção de estruturas cada vez mais altas, longas, esbeltas e leves. Paralelamente a estes avanços, o Monitoramento de Integridade Estrutural (SHM - Structural Health Monitoring), campo emergente na engenharia que vem reunindo vários avanços tecnológicos, como: dinâmica estrutural, materiais, testes não destrutivos, processamento de sinais, sistemas de comunicação, eletrônica, sensoriamento remoto e processos de tomada de decisão; está permitindo, a cada momento durante a vida de uma estrutura, fornecer um diagnóstico do seu estado e um prognóstico da vida restante. Isso vem sendo feito por meio de sistemas completos que reúne sensores e atuadores, sistemas de transmissão de dados e unidades de processamento de dados, dos quais parte (pelo menos os sensores) são incorporados na própria estrutura. Uma das principais motivações para a adoção e uso do SHM, são: aumentar a segurança, otimizar e antecipar as operações de manutenção e estender a vida útil da estrutura. Os recentes avanços tecnológicos de redes de baixo consumo de energia LPWAN (Low Power Wide Area Network), que vem impulsionando rapidamente o crescimento do mercado de IoT, em conjunto às ferramentas de Big Data na nuvem, técnicas computacionais de Machine Learning para a identificação automática de parâmetros e grandezas físicas estruturais e obtenção de conhecimento de grande volume de dados gerados por sistemas de monitoramento; possibilitarão a massificação de plataformas de SHM em grande escala local e global, no paradigma IoT e Smart Cities. Atualmente as redes de sensores sem fio (RSSF) utilizadas no SHM, baseadas em padrões WiFi e ZigBee, possuem alguns gargalos não superados, principalmente como, o alto consumo de energia e curto alcance de transmissão de dados; dificultando assim o seu uso no monitoramento contínuo em grandes áreas. Neste sentido, pesquisa e desenvolvimento de novas formas de RSSF para o SHM em tempo real são necessárias. Por tanto, no presente projeto nos propomos pesquisar e desenvolver uma plataforma web para o SHM em tempo real usando RSSF (SHM-IoT) baseados em tecnologias de IoT (redes LPWAN), mais especificamente, redes LoRa. Basicamente as redes LoRa são de baixíssimo consumo de energia e de longo alcances, e são voltadas para soluções IoT. Nesta fase do projeto se implementará o sistema web em nuvem, armazenamento, visualização e coleta de dados para dois tipos de RSSF, a serem desenvolvidos também nesta fase do projeto. A implementação do sistema web terá como base o uso de tecnologias não bloqueantes (Tornado/Python), base de dados NoSQL (Casandra) e JavaScript (Redux e React). As RSSF serão desenvolvidas usando tecnologia LoRa. O primeiro tipo de RSSF será baseado em sensores de aceleração, posicionamento, deformação, rotação e temperatura; o segundo tipo de rede será baseado em sensores de vibração em fibra óptica, grade de Bragg (FBG - fiber Bragg grating), dispostos em série. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |