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Espectroscopia de alta precisão: das primeiras estrelas aos planetas

Processo: 18/04055-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Temático
Vigência: 01 de dezembro de 2018 - 30 de novembro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astrofísica Estelar
Pesquisador responsável:Jorge Luis Melendez Moreno
Beneficiário:Jorge Luis Melendez Moreno
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesquisadores principais:Adriana Benetti Marques Valio
Pesq. associados:Diego Lorenzo de Oliveira
Assunto(s):Atividade estelar  Composição química  Estrelas  Espectroscopia  Evolução estelar  Evolução química  Galáxias  Exoplanetas 

Resumo

O presente projeto temático de 5 anos visa usar espectroscopia de alta precisão para estudar importantes problemas na área de exoplanetas, evolução estelar e a Galáxia. As estrelas serão caracterizadas usando a técnica de análise diferencial linha a linha, para atingir uma precisão em abundância química de 0,01 a 0,02 dex em estrelas gêmeas de metalicidade solar, ou de aproximadamente 0,03 a 0,05 dex em estrelas pobres em metais. Além disso, nossa técnica resultará em parâmetros atmosféricos estelares de alta precisão, o que é importante para determinarmos massas e idades precisas. Nossas abundâncias de alta precisão serão úteis para estudar como os elementos químicos evoluíram a partir de uma composição primordial do Big Bang até uma Via Láctea enriquecida em metais e povoada com planetas como o nosso. Também procuraremos exoplanetas com ultra alta precisão em velocidade radial (20 cm s-1 a 1 m s-1), usando instrumentação já existente e também novos espectrógrafos como o SORCERESS, para o qual estamos solicitando financiamento parcial. Faremos esforços importantes para modelar a atividade estelar, não apenas para entender como a atividade magnética evolui em estrelas, mas também porque o "ruído" da atividade estelar limita nossa habilidade para detectar planetas pequenos. Os parâmetros e abundâncias químicas precisas de gêmeas estelares e binárias serão chaves para estudar em detalhe a conexão entre estrelas e a formação e evolução de planetas. Finalmente, estudaremos como a composição química das estrelas está relacionada com a composição química de atmosferas exoplanetarias, caracterizando estrelas com trânsitos planetários e também estudando suas atmosferas planetárias usando instrumentação do solo e o espaço. (AU)

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