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Soft Power: um olhar sobre a utilização estratégica dos BRICS ao sediar a Copa do Mundo de Futebol da FIFA: análise da África do Sul, Brasil e Rússia

Processo: 18/11558-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2018 - 30 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia - Outras Sociologias Específicas
Pesquisador responsável:Marco Antonio Bettine de Almeida
Beneficiário:Marco Antonio Bettine de Almeida
Instituição-sede: Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/26782-9 - Organização e seleção dos materiais jornalísticos que abordam o Soft Power da África do Sul, Brasil e Rússia, BP.TT
Assunto(s):Soft power  BRICS  Periferia  Sociologia do esporte 

Resumo

África do Sul, Brasil e Rússia sediaram, ou sediarão a Copa do Mundo da FIFA neste século, portanto, podemos afirmar que os BRICS têm um interesse estratégico em organizar este megaevento. No caso específico deste estudo analisar-se-á a forma como estes países utilizaram os megaeventos esportivos para incrementar seu soft power. Utilizar-se-á como ferramenta de análise como a mídia, dos principais veículos de imprensa internacionais noticiou o evento. Para análise das reportagens propomos a categorização a partir do referencial de Nye (Cultura, Valores Políticos e Política Internacional). Espera-se compreender os motivos que levaram estes países a sediar estes megaeventos e, quais os interesses da FIFA nestes países. Algumas problemáticas foram levantadas para aprofundar este tema: (a) há discussões acadêmicas sobre a FIFA escolher estes países por serem democracias frágeis, portanto, mais fáceis de mudanças legislativas; (b) locais com corrupção endêmica, o que facilitaria os acordos da FIFA com os parceiros globais e a elite política local. A partir desta discussão, propomos quatro subáreas de análise que poderiam permitir compreender as problemáticas acima apresentadas: (a) soft power no contexto do mundo globalizado; (b) Utilização dos Megaeventos Esportivos pelas nações periféricas para incrementar seu soft power; (c) Mídia Internacional como fator de impacto na avaliação dos BRICS no exterior e possível influência no seu soft power; (d) Aplicação da teoria do soft power a nações periféricas como África do Sul e Brasil. (AU)