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Eficiência energética de condicionadores de ar: avaliação da Lei 10.295, cenários de consumo energético e geração subsídios técnicos para apoio a tomada de decisões

Resumo

No Brasil, entre os anos de 1990 e 2016, o consumo de eletricidade para resfriamento ambiental saltou de 10TWh para 32 TWh. A rápida difusão desses equipamentos em edificações comerciais e residenciais tem provocado deslocamento do horário de pico de consumo de eletricidade e o acréscimo da demanda de energia elétrica, o que pode ser intensificado com o aumento da temperatura média global conforme indicam cenários de mudanças nos padrões climáticos. Visando aumentar a eficiência energética de condicionadores de ar, o país, no ano de 2007 estabeleceu regulamentações específicas relativas a padrões mínimos de desempenho energético para aparelhos de ar condicionado. O presente projeto pretende contribuir com o desenvolvimento de uma metodologia para estimativa dos impactos dessas regulamentações e, também, para avaliar cenários futuros do consumo de eletricidade desses aparelhos contemplando restrições mais rigorosas dos coeficientes de eficiência energética. Também é proposta uma avaliação das opções de eficiência energética e seus respectivos custos sob a perspectiva da sociedade e dos consumidores, assim como a contabilização das respectivas reduções de emissões de gases de efeito estufa, gerando assim, diversos subsídios técnicos para apoio a tomada de decisões no âmbito da Lei Nº 10.295/2001, também chamada de Lei da Eficiência Energética. (AU)