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Testando novas abordagens isotópicas para reconstituir regimes de precipitação no passado remoto da Amazônia

Processo: 18/50080-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2018 - 30 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Convênio/Acordo: NERC, UKRI
Pesquisador responsável:Francisco William da Cruz Junior
Beneficiário:Francisco William da Cruz Junior
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Árvores florestais  Paleoclimatologia  Dendroclimatologia  Mudança climática  Fisiologia vegetal  Ciclo hidrológico  Dióxido de carbono  Dados de precipitação 

Resumo

O Regime de monção sul-americana de verão é responsável pela maior parte da precipitação da bacia amazônica, fornecendo, portanto, meios para subsistência da floresta. No entanto, ainda é incerto como as mudanças climáticas e os altos níveis de CO2 irão afetar a distribuição de chuvas na Amazônia. Propõem-se aqui aprimorar metodologias para melhor compreensão do ciclo hidrológico da Amazônia em tempos remotos a partir da assinatura isotópica da precipitação. O objetivo da proposta é estabelecer novas parcerias entre cientistas da Grã-Bretanha e do Brasil especialistas na aplicação de métodos isotópicos na reconstituição de precipitação, a partir de anéis de crescimento de árvores e espeleotemas (formações de cavernas do tipo estalagmites), respectivamente. Particularmente, propõem-se: I) testar novos, mas ainda não comprovados, métodos para distinguir a variação isotópica nos anéis de crescimento relacionada diretamente com o processo de formação das chuvas ou por evaporação na folha. II) Organizar um "Workshop" que visa estabelecer uma rede de cientistas que trabalham com mudanças paleoclimáticas na Amazônia, com o objetivo de melhorar e integrar espacialmente as reconstituições do clima amazônico com o objetivo de melhorar também o entendimento de possíveis mudanças climáticas do futuro. As atividades irão envolver a aquisição de novos dados no Brasil (Minas Gerais e Bacia Amazônica) e subsequente análise isotópicas, intercâmbio de do Brasil, Grã-Bretanha, EUA, Bolívia, Argentina, Peru e Colômbia. A presente proposta irá abrir uma possibilidade de reconstituir as variações de precipitação de forma mais precisa na região amazônico, assim como vai possibilitar um melhor de como os processos fisiológicos das árvores podem ser afetados pelo aquecimento global e aumento de CO2 em tempos modernos. Esses seriam tópicos da maior importância para um projeto de mais longa duração a ser submetido no futuro. (AU)

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