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Dimensions US-BIOTA-Sao Paulo: características preditoras da diversificação adaptativa na Diagonal Seca Brasileira

Processo: 18/03428-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Temático
Vigência: 01 de setembro de 2018 - 31 de agosto de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética
Convênio/Acordo: NSF - Dimensions of Biodiversity e BIOTA
Pesquisador responsável:Vera Nisaka Solferini
Beneficiário:Vera Nisaka Solferini
Pesq. responsável no exterior: Scott Vernon Edwards
Instituição no exterior: Harvard University, Estados Unidos
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Pesquisadores principais:Fábio Sarubbi Raposo do Amaral
Pesq. associados:Célio Fernando Baptista Haddad ; Danon Clemes Cardoso ; Evandro Marsola de Moraes ; Fernando de Faria Franco ; Guarino Rinaldi Colli ; José Paulo Leite Guadanucci ; Luciano Antonio Digiampietri ; Luciano Nicolas Naka ; Maykon Passos Cristiano ; Thiago Gonçalves Souza
Assunto(s):Biogeografia  Filogenia  Filogeografia  Biodiversidade  Bioma  Evolução  Adaptação  Caatinga  Cerrado 

Resumo

A Diagonal Seca (DD) contém os biomas Caatinga e Cerrado, que abrangem cerca de 1/3 da área do Brasil, além do Chaco, ao norte da Argentina. Por supostamente possuir uma menor biodiversidade em relação a biomas mais bem estudados, como a Amazônia e a Floresta Atlântica, os processos evolutivos na DD têm recebido relativamente menos atenção, ainda que seus biomas, especialmente o Cerrado, provavelmente estejam entre os ambientes mais ameaçados do Brasil. O Projeto Dimensions Diagonal Seca usará uma abordagem baseada em caracteres em múltiplos níveis para entender as origens e processos adaptativos de plantas, animais e fungos na Diagonal Seca Brasileira. Usaremos metodologias de aprendizagem de máquina para identificar as características que facilitaram ou dificultaram a especiação das linhagens que colonizaram a DD. Também determinaremos de que modo os biomas da DD atuaram no estabelecimento das comunidades a partir dos conjuntos de espécies de habitats adjacentes (Amazônia, Floresta Atlântica, etc.) usando uma abordagem de filogenética de comunidades baseada em caracteres, que leva em conta associações ao acaso, competição e filtragem de habitat. Além disso, por meio de sequenciamento de nova geração conduziremos estudos filogeográficos comparativos de múltiplas linhagens, sequenciamento e re-sequenciamento de genomas totais e transcriptoma para identificar os agentes da adaptação e divergência fenotípica a nível de genoma, nos habitats mais importantes e menos conhecidos do Brasil. (AU)